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terça, 22 de setembro de 2020
Polícia

Casal suspeito de matar grávida em rituais macabros vai a júri

Envolvidos mantinham uma página na internet e oferecia serviços em rituais macabros

05 junho 2019 - 15h17Por Da redação/Portal R7

O casal Sérgio Ricardo Re da Mota e Simone Melo Koszegi, apontados como autores do homicídio da técnica em segurança Atyla Arruda Barbosa, de 20 anos, irão a juri popular. A decisão do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) foi enviada à 2ª Vara do Foro de Itanhaém, por onde corre o processo. 

O texto afirma que "eles não poderão recorrer em liberdade, eis que já se encontram presos e ainda presentes os requisitos que fundamentaram a prisão cautelar, em especial a necessidade de manutenção da ordem pública." O caso ocorreu em Mongaguá, litoral de São Paulo, no início de julho.

Na época, o corpo da vítima, Atyla Arruda Barbosa, foi encontrado no mar pelo Corpo de Bombeiros. A investigação apontou um homem de 43 anos e uma mulher de 41 anos como suspeitos pela morte da jovem. Na residência do casal foram apreendidos documentos, livros e uma adaga — espécie de faca.

De acordo com a polícia, o casal oferecia serviços espirituais pela internet.O homem também admitiu que manteve relações sexuais com a garota. O homem afirmou ainda que só ficou sabendo da gravidez da garota após a divulgação do laudo do IML (Instituto Médico Legal) sobre a morte.

A família da garota nega que ela tivesse envolvimento com qualquer  seita. Eles ainda afirmam a jovem teria vindo para São Paulo por causa de um emprego em uma transportadora administrada pelo casal. A Polícia Civil suspeita que o casal tenha manipulado a garota. Os suspeitos tentaram resgatar um seguro de vida no valor de R$ 260 mil que estava contratado em nome da vítima e tinha o casal como beneficiários.

Morte Misteriosa

O corpo de Atyla Arruda Barbosa foi encontrado em uma praia de Mongaguá no dia em 3 de julho, com suspeitas de morte provocada por afogamento.  Após o corpo ser identificado, o casal apontado como suspeito, que também seriam patrões da garota, se apresentaram como seus padrinhos.

Com a morte, o laudo do IML revelou que a garota estava grávida e a polícia apreendeu o casal quando eles tentaram resgatar o seguro feito em nome da garota. A família de Atyla descobriu a morte somente 20 dias depois do ocorrido. Durante as investigações a polícia descobriu que os casal de suspeitos participava de uma seita macabra e agora tenta descobrir se a morte da garota foi motivada por algum tipo de ritual.

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