O Imol (Instituto Médico e Odontológico Legal) de Campo Grande apontou o bebê Luiz Gustavo Barbosa Ferreira, de nove meses, morreu por causa indeterminada. No mês de março o menino veio a óbito no Hospital Regional por possível erro médico (entenda o caso). O documento, porém, é contestado por quem acompanha o caso.
De acordo com Valdemar Moraes, da Avems (Associação de Vítimas de Erros Médicos de Mato Grosso do Sul), a Polícia Civil pediu para que o corpo de Luiz Gustavo fosse exumado no dia 30 de março para entender o que provocou a morte, mesmo com os novos exames do Imol, não foi apontado o que poderia ter acontecido de errado para o menino morrer.
“Estou desconfiado que esses laudos foram burlados. Ele morreu de parada cardiorrespiratória, ou seja, alguma coisa trancou a respiração dele e causou a morte. É um absurdo esse resultado apontando que a causa foi indeterminada”, explicou Valdemar.
Ainda segundo Valdemar, o MPE (Ministério Público Estadual) será acionado. “Não sei o que está acontecendo naquele Imol, mas vou acionar o MPE para investiga-los. O corpo precisou ser exumado e nada foi encontrado por eles”, concluiu.
Desde que o caso foi registrado, as investigações estão sendo feitas na DEPCA (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente).







