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Polícia

Defesa diz que Giroto e Maria Wilma foram pegos de surpresa

12 novembro 2015 - 08h32Por Rodson Willyams e Dany Nascimento

O ex-secretário do Ministério dos Transportes, Edson Giroto, e a ex-presidente da Agesul, Maria Wilma Casanova Rosa, se apresentaram por volta das 6 horas, na sede do Garras, localizada no Bairro Flamboyant, na região do grande Tiradentes, em Campo Grande.

Segundo informações do advogado Valeriano Fontura, os seus clientes estão em uma ante-sala do órgão, porque o mandado de prisão expedido pelo desembargador Dorival Moreira dos Santos, que cassou o Habeas Corpus, não chegou até o momento na sede da Garras.   


"Esta já é a segunda vez que advogado do Giroto foi até ao Tribunal de Justiça para saber onde está o mandado de prisão, que até o momento não chegou aqui", explicou o delegado Fábio Peró.


Valeriano falou rapidamente a reportagem, afirmando que os clientes foram pegos de surpresa. "Eles receberam a notícia com muita surpresa. Ontem (11), antes da soltura, nós mandamos uma petição ao TJMS pedindo que eles fossem ouvidos, mas até o momento não obtivemos respostas", comentou 


E continuou: "com a revogação do Habeas Corpus, eles ficaram chateados porque eles já prestaram depoimentos em outras ocasiões. Parece que desta forma há uma impressão que eles estivessem agindo como se estivessem fugindo para prestar os depoimentos, e isso não é verdade".


Mandado

O titular do Garras, Fábio Peró, informou que recebeu uma ligação do delegado da Delegacia Geral informando que o mandado de prisão temporária está na sede do órgão, e uma viatura do Garras saiu em diligência, para pegar o documento e encaminhá-lo até a sede do órgão.