O diretor da penitenciária de Pedro Juan Caballero, Cristian González, o chefe de segurança Matías Vargas, e os 30 agentes do local, se recusam a falar sobre o assunto. Eles foram presos suspeitos de facilitar a fuga em massa de 76 membros de facção criminosa.
Conforme o site ABC Color, durante depoimento todos os suspeitos ficaram em silêncio. Eles foram demitidos pelo Ministério da Justiça paraguaia e não querem colaborar com as investigações. O Ministério Público avalia pedir prisão preventiva.
Imagens de câmeras de segurança já foram recolhidas para auxiliar nas investigações e comprovar se os presos fugiram pelo túnel ou saíram pela porta da frente.
Todos eles são investigados por associação criminosa, corrupção e libertação de prisioneiros.








