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Polícia

01/11/2025 12:51

Família de mãe e filho mortos em 2016 pede reabertura de investigação em Campo Grande

A médica Valquíria Feitosa Patrício Gomes, 31 anos, e o filho, João Roberto Santos Gomes, de 2 anos, foram encontrados mortos em uma casa no Itanhangá Park

Oito anos após a morte da médica Valquíria Feitosa Patrício Gomes, de 31 anos, e do filho dela, João Roberto Santos Gomes, de 2 anos e 8 meses, familiares e apoiadores realizaram uma manifestação pacífica na manhã desta sexta-feira (31), em frente à Defensoria Pública de Mato Grosso do Sul, em Campo Grande, pedindo justiça e nova apuração sobre o caso.

Com cartazes cobrando respostas, o grupo, liderado por Seila Feitosa, mãe da médica e avó de João Roberto, pede que a Polícia Civil e o Ministério Público revisem as conclusões do inquérito, que foi encerrado sob a hipótese de suicídio.

A mãe de Valquíria ainda reforçou que busca justiça não apenas pela filha, mas também pelo neto. “Meu netinho foi encontrado morto com a boca espumando. As investigações foram parciais, a favor do suspeito”, declarou à reportagem.

De acordo com a advogada da família, Eleudi Leal, o pedido de reabertura do inquérito já foi aceito pela polícia em 2024, mas o andamento agora depende de um posicionamento do Ministério Público.

Relembre o caso

Valquíria e o filho foram encontrados mortos na noite de 10 de dezembro de 2016, em um quarto da casa onde moravam, no bairro Itanhangá Park, em Campo Grande. Mãe e filho estavam abraçados e, segundo as primeiras informações, teriam morrido por asfixia.

No local, foi encontrado um fogareiro a carvão e a porta do quarto estava trancada por dentro. À época, a polícia apontou depressão como possível motivação para o suicídio. O caso, no entanto, sempre foi contestado pela família, que acredita se tratar de feminicídio.

O corpo de Valquíria e do filho foi encaminhado ao Imol (Instituto de Medicina e Odontologia Legal), onde foram realizados exames necroscópicos. Desde então, a família busca reabrir o caso para que todas as dúvidas sejam esclarecidas.

Durante a manifestação, os familiares reforçaram que continuarão mobilizados até que o caso seja revisto e a verdade, segundo eles, venha à tona.

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