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Polícia

17/11/2025 14:52

"Fiz o que pude e só me defendi", justifica suspeita de esfaquear namorado no Lageado

Segundo vizinhos, brigas entre o casal eram frequentes

Mulher de 30 anos que esfaqueou o namorado de 21 anos alegou legítima defesa. O caso ocorreu na madrugada deste domingo (16), no Parque do Lageado, em Campo Grande. Informações iniciais indicavam que a suspeita fugiu após o crime, mas ela alega que prestou os devidos esclarecimentos à polícia.

Para o jornal TopMídiaNews, a mulher disse que o ato foi em legítima defesa. “Não queria ter pegado a faca, mas ele não aceitou ir embora e começou a violência contra mim. Eu só me defendi”. 

Segundo vizinhos próximos, o casal tinha histórico de discussões frequentes, com episódios de bebedeira, som alto e agressões mútuas. No dia do ataque, a mulher teria deixado a residência e batido no portão de um vizinho, pedindo socorro, relatando que havia ferido o companheiro. 

O morador, mesmo relutante, acompanhou a suspeita até o imóvel e encontrou o homem com uma facada na coxa direita. Ele prestou os primeiros socorros enquanto aguardava a chegada do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência). Entretanto, a mulher alega que ele não é a vítima da situação.

“Fiz o que pude, pedi ajuda, auxiliei a estancar o sangue, mas não falam quem realmente a pessoa é, vai ser vítima já que estava esfaqueado. Só eu sei o que aconteceu e a família que estava lá, só que eles não se pronunciam”, declarou a reportagem. 

O homem foi levado à Santa Casa de Campo Grande, onde permaneceu na área vermelha em estado estável. Vizinhos contaram ainda que, apesar das brigas frequentes, nunca tinham presenciado violência tão grave na residência. No momento do ataque, não havia crianças na casa, embora a mulher seja mãe de três filhos pequenos.

Inicialmente ela havia sido dada como fugitiva, mas segundo a mesma, ela já prestou esclarecimentos. “Não sou foragida, me apresentei na delegacia e contei realmente os fatos que aconteceu”

A arma utilizada no ataque não foi encontrada. O caso foi registrado na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) Cepol e segue sob investigação.

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