O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) está, neste momeno, na sede da Fundação de Cultura do Mato Grosso do Sul. O coordenador do FIC (Fundo de Investimentos Culturais), Reginaldo Peralta, chegou escoltado ao local, e acompanha a busca por documentos no sexto andar do prédio. A operação investiga a aplicação indevida de verbas do FIC.
Além do cumprimento de ordem de afastamento do servidor junto à Fundação, a operação “Fantoche” cumprirá cinco mandados de prisão temporária e 14 mandados de busca e apreensão nas cidades de Corguinho, Ponta Porã, Bodoquena, Angélica e Aquidauana.
As buscas estão sendo cumpridas em residências e sedes de pessoas jurídicas.
São seis meses de investigação, em apoio à 31ª Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social de Campo Grande, que teve como objeto apurar fraudes na aprovação de projetos direcionados à obtenção de verbas públicas através do Fundo de Investimentos Culturais do Estado de Mato Grosso do Sul (FIC/MS), entre os anos de 2013 e 2014.







