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sexta, 28 de janeiro de 2022 Campo Grande/MS
Polícia

Giroto e mais um são soltos na madrugada e advogado fala em 'absurdo'

11 novembro 2015 - 07h42Por Rodson Willyams

O advogado do ex-deputado federal Edson Giroto e da ex-diretora da Agesul, Maria Wilma Casanova, conseguiu reverter a prisão temporária dos clientes por meio de um habeas corpus. Assim, os dois deixaram as celas que ocupavam em Campo Grande ainda na madrugada desta quarta-feira (11).

Valeriano Fontura que trabalha na defesa dos dois, explicou ao TopMídia News que o pedido de habeas corpus foi impetrado pela advogada Kenia Fontana, e que a decisão saiu por volta das 23h30. Ele assumiu o caso logo após a entrada do pedido de liberdade da dupla.

Às 2 horas da manhã desta quarta-feira, Giroto e Maria conseguiram deixar o local em que estavam detidos. Edson Giroto ficou menos de 24 horas detido na sede do Garras, local que chegou ontem (10) por volta das 10 horas da manhã.

Fontura ainda afirmou que a decisão aceita pelo juiz Carlos Alberto Garcete, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, ao acatar o mandado de prisão temporária encaminhado pelo Ministério Público Estadual foi 'absurda'. "Pedir a prisão temporária para ouvir pessoas, que ainda se quer foram ouvidas, isso é um absurdo", finalizou.

O juiz Carlos Alberto Garcete havia decretado, na noite da última segunda-feira (9), a prisão temporária, pelo prazo de cinco dias, dos seguintes investigados: Átila Garcia Gomes Tiago de Souza, Elza Cristina Araújo dos Santos, João Alberto Krampe Amorim dos Santos, Maxwell Thomé Gomez, Rômulo Tadeu Menossi, Wilson Cabral Tavares, Wilson Roberto Mariano de Oliveira, além de Edson Giroto e Maria Wilma Casanova Rosa. Com exceção da dupla, os demais envolvidos passaram a noite em cela especiais.