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Polícia

05/12/2014 16:50

Homem mantém mulher presa, tenta matar bebê e é preso pela Polícia

Machismo

Com perfil violento, Rafael Ribeiro Amorim, 24 anos, foi preso por manter a sua companheira, de 25 anos, em cárcere privado por mais de um ano, com o agravante de - nos termos policiais - "subjugação do gênero feminino", tentar asfixiar a filha de dois meses e ainda agredir um policial civil no momento da prisão. O delegado responsável, Tiago Macedo, da 4º Delegacia de Polícia Civil, afirmou que o caso estarreceu os investigadores.

Segundo o delegado, a vítima conseguiu mandar uma mensagem de texto pedindo “S.O.S” a uma vizinha na noite de segunda-feira (1º), mas a testemunha só procurou a delegacia na tarde de quarta-feira. “Nós formalizamos a denúncia e fomos à residência deles, no Jardim Monumento. Quando chegamos lá de imediato a vítima saiu correndo para a viatura e ele o tempo todo ficou tranquilo, até ser levado para delegacia”, relata.

Foto: Deivid Correia

Quando Rafael chegou ao 4ºDP começou a agir violentamente contra os policiais e ameaçou a ex-companheira de morte. “Três policiais se desfizeram das armas para tentar contê-lo usando a força. O Rafael golpeou um dos agentes na boca, que precisou levar 12 pontos porque usava aparelho ortodôntico”.

Durante os depoimentos de testemunhas e familiares, a polícia constatou que Rafael não trabalhava, todo o tempo ficava perseguindo a mulher, que não podia sair de casa desacompanhada, tentou sufocar a filha recém-nascida no último domingo, além de outras atitudes truculentas. “Ele humilhava a vítima de todas as formas e subjugava a fragilidade feminina. Em um dos relatos, ela disse que recentemente Rafael ficou até três ou quatro dias sem tomar banho e a obrigou fazer sexo oral nele”, afirmou o Macedo.

Foto: Deivid Correia

Um exame de corpo de delito foi realizado na mulher para identificar os sinais de violência e por medida de segurança ela e os filhos estão vivendo na casa de familiares no município de Taquarussu. Uma cópia do inquérito será entregue à DEPCA (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e Adolescente) para investigar a violência contra a criança.

A polícia tem dez dias para concluir o caso. Rafael, que já tem passagem por posse de arma e violência doméstica, vai responder por cárcere privado, agressão e ameaça.

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