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Polícia

Ladrões podem ter levado R$ 1 milhão de agência bancária

17 maio 2016 - 18h18Por Alessandra Carvalho

Os dois ladrões de terno podem ter levado R$ 1 milhão da maior agência do Banco do Brasil de Mato Grosso do Sul, que fica no centro de Campo Grande, na Avenida Afonso Pena. O assalto ocorreu nesta manhã.

O delegado Edilson dos Santos, do Garras (Grupo Armado de Repressão a Roubo a Banco e Resgate a Assaltos e Sequestros), está ouvindo os funcionários que foram amarrados e ficaram de frente com os assaltantes, que usavam terno e crachá.

"Eles entraram na agência bancária e um deles foi até a sala do cofre central e rendeu seis funcionários. Um encarregado era o responsável por abrir o cofre e no momento não poderia abrir sozinho. Existe um período correto que pode ser aberto o cofre. No local estavam os malotes que tinham acabados de serem entregues. Os funcionários não tinham guardado os malotes no cofre".

Os funcionários do carro-forte haviam deixados os malotes na agência e a porta com trava estava funcionando. No momento em que os ladrões entraram, o sistema de alarme nas portas não disparou. "Os assaltantes entraram e não apitou. Todos sabem que um metal trava a porta. Está sendo investigado o motivo que eles conseguiram entrar com uma arma que provavelmente pode não ser verdadeira ou ser simulacro. Outro motivo é a roupa ser parecida com os funcionários do banco e o crachá".

Eles tinham informação privilegiadas. Conforme a polícia, a ação teria levado entre dez e quinze minutos, e os assaltantes teriam saído pela porta da frente. "Não descartamos a possibilidade de mais comparsas envolvidos. Em Mato Grosso do Sul é difícil os bandidos agir do jeito que eles tinham as descrições".

As câmeras de seguranças estão sendo analisadas. Os ladrões saíram pela porta da frente da agência. Com 22 câmeras de segurança instaladas desde o dia 19 de junho de 2015 na região central de Campo Grande.

O videomonitoramento está funcionado está funcionando com apenas duas câmeras que estão em lugares inadequados, garante o Presidente do Conselho Comunitário de Segurança da Região Central de Campo Grande, Adelaido Luiz.