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quinta, 27 de janeiro de 2022 Campo Grande/MS
Polícia

Laudo do Imol vai definir investigação no caso de garota grávida de padre

04 outubro 2015 - 07h58Por Alessandra Carvalho

O delegado Paulo Sérgio Lauretto, da Depca (Delegacia Especializada de Proteção a Criança e aoAdolescente), afirmou que aguarda laudo do Imol (Institito Médico Legal e Odontológico) que comprove a conjunção carnal para seguir com as investigações do caso da garota de 16 anos que está gravida de um padre da Capital.

Ele também garantiu que está ouvindo os familiares da adolescente, que aponta o padre Jocerlei José Tavares como pai da criança. Ele está afastado da Paróquia Santa Rita de Cássia, do bairro Universitário, em Campo Grande.

Lauretto explicou que a menina disse que não foi forçada a manter relação sexual e que estava 'apaixonada'. Nesse caso, segundo ele, não há crime de estupro de vulnerável, pelo fato da menina ter acima de 14 anos.

Conforme o boletim de ocorrência, ela estava com receio de revelar quem a pessoa que manteve relações sexuais e tentou esconder o nome do pai da criança. A adolescente percebeu que a família levou o caso para a polícia e revelou que teve um romance com o padre entre o mês de fevereiro e março deste ano.

O delegado disse ainda que o padre Jorcelei ainda não compareceu à Depca. O padre revelou para a equipe de reportagem que já se pronunciou na arquidiocese e à polícia e não quis passar mais detalhes.  

“Estamos esperar os laudos e o inquérito. Para conversar com calma. A própria menina disse que não foi forçada a manter relação. Ela está gestante. Isso é claro. A polícia trabalha no caso e o prazo e de 10 dias para o Imol entrega o laudo”.