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Polícia

29/07/2014 11:14

Mesmo aparentando suicídio, polícia investiga morte de militar no CMO

Morte a esclarecer

A polícia está investigando a morte do sub tentente Edilson Cleiton Teles dos Santos, 43 anos, que foi encontrado morto, por volta das 15h de ontem (28), no estacionamento do 3º Grupamento de Engenharia (3º GPTE) do Comando Militar do Oeste (CMO), localizado na Avenida Duque de Caxias, no Bairro Amambaí, em Campo Grande.


Apesar de o caso ter sido registrado como suicídio na 7ª Delegacia de Polícia, as autoridades estão investigando outras possibilidades. “Quando é morte natural fazemos o registro apenas para documentar os fatos, mas não abrimos o inquérito. Nesse caso, como é uma morte violenta, temos que investigar. Geralmente, registramos como morte a esclarecer, só que o cenário indica suicídio”, explicou o delegado responsável pelo caso e titular da 7ª DP, Geraldo Marins.


Valker Araújo dos Santos, de 40 anos, que trabalhava com Edilson na mesma sala, contou que um soldado identificado como Dione Filho saiu para fumar no estacionamento quando percebeu que a vítima encontrava-se sentada no banco da frente, dentro do seu veículo Renault Clio, de cor azul, placas HWK-9924, de Fortaleza.


Consta no registro policial que Dione percebeu que Edilson estava com a cabeça pendendo para trás, com as mãos no peito e os olhos abertos. Com isso, ele imediatamente acionou outro soldado, identificado apenas como Pedro, para verificar o que tinha acontecido. Ambos bateram no vidro do carro, mas a Edilson não respondeu.


Com isso, eles foram procurar Valker e informar que Edilson estava inconsciente. Chegando ao local, na companhia de outro militar identificado apenas como Wellington, eles verificaram que o carro estava trancado, mas que o vidro encontrava-se semiaberto.


Wellington forçou o vidro para liberar a trava da porta, abrindo o veículo. Edilson foi retirado do carro, quando Valker verificou que ele estava sem pulso e solicitou o médico local. No momento, ninguém percebeu que a vítima estava ferida.


Com a chegada do médico identificado como Parreira, ele abriu a gandola (uniforme militar) de Edilson, momento em que todos viram o ferimento no tórax e, posteriormente, encontraram o revólver da marca Taurus, calibre 38, no veículo. Com isso, a polícia do exército e civil foram acionados.


Os conhecidos revelaram que Edilson não apresentava nenhum sinal de distúrbio psicológico, sempre foi tranquilo e tinha boa índole. “Tudo indica que é suicídio, esse foi o termo que levantado no local. Mas aguardamos os laudos técnicos para fechar o inquérito e confirmar o suicídio. Vamos apurar as circunstâncias da morte”, concluiu o delegado Marins. 

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