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Polícia

Miliciano ligado a Flávio Bolsonaro foi morto com tiros de fuzil e carabina

Adriano é apontado como suspeito de envolvimento no assassinato da ex-vereadora carioca Marielle Franco

13 fevereiro 2020 - 10h19Por Nathalia Pelzl

O miliciano Adriano Magalhães da Nóbrega foi morto com um tiro de fuzil e outro de carabina disparado por dois policiais militares da Bahia.

É o que informa o registro de ocorrência que relata a morte do criminoso, no domingo (9), conforme o G1.

Segundo peritos do Departamento de Polícia Técnica (DPT) da Bahia, dois tiros também foram disparados por Adriano, em reação à tentativa de prisão, e teriam atingido o escudo de um dos PMs. Nenhum policial se feriu na ação.

"Olhando preliminarmente enxergamos duas marcas provenientes de impactos relevantes. As equipes agora analisarão se existem fragmentos de chumbo ou cobre, presentes em projéteis", explicou o diretor do DPT, Élson Jefferson Neves da Silva.

Adriano teve duas perfurações por arma de fogo. Uma entre o pescoço e a clavícula e outra no tórax.

Adriano é apontado como suspeito de envolvimento no assassinato da ex-vereadora carioca Marielle Franco, em 2018.

Ele era foragido da Justiça do Rio desde o dia 31 de janeiro.

Enquanto ainda era policial militar, Adriano foi preso três vezes e acabou exonerado.