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Polícia

'Monstros' assumem tortura de criança e falam em 'correção'

Mãe e padrasto estavam juntos há 30 dias; ele diz que bateu 'apenas' duas vezes

21 abril 2020 - 11h02Por Nathalia Pelzl

A mulher e o homem, de 21 e 19 anos, respectivamente, assumiram as agressões a criança de 3 anos, no bairro Jardim Santa Emília, em Campo Grande.  Em depoimento, o casal reforçou que as agressões eram uma forma de ‘correção’. Entenda o caso aqui.

Conforme informações repassadas pelo delegado Jarley Inácio de Souza, eles negaram que a fratura da perna tenha sido devido às agressões e reforçam que a criança caiu do berço.

“Eles afirmam que não presenciaram essa queda do berço, as lesões são variadas e apresentam cronologia diferente, a autora disse que estava com o homem há 30 dias e que, neste período, ele teria agredido cinco vezes a criança, em algumas oportunidades com fio, outra com cinto”.

Entretanto, ainda segundo o delegado, o padrasto diz que agrediu a criança duas vezes. “Ele fala em duas agressões em momentos distintos, uma há 20 dias e outra agora, em contrapartida diz que a mãe também batia”.

“Dizem que acreditavam que estavam fazendo isso como forma de correção porque a menina seria muito levada, eu entendo que era uma torturada, pois a criança estava sofrendo com isso”.

Agora, os dois vão passar por audiência de custódia e o caso será encaminhado a Delegacia Especializada de Atendimento à Criança e ao Adolescente.