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Polícia

19/08/2025 09:21

Mulher diz ter sido agredida e dopada pelo marido após ser encontrada com marcas no pescoço

O suspeito acabou sendo preso e levado para a DEAM, onde disse apenas ter impedido uma tentativa de suicídio da esposa

Uma mulher de 44 anos foi socorrida após alegar ter sido agredida pelo companheiro, de 35 anos, durante uma briga ocorrida na noite de segunda-feira (18), em um condomínio residencial localizado no Bairro Rita Vieira, em Campo Grande.

Conforme o registro policial, a Polícia Militar foi acionada para comparecer ao endereço e atender um caso de violência doméstica. Já no endereço indicado, encontraram a vítima visivelmente abalada, com falas desconexas.

Ela explicou que desde que o marido começou a trabalhar como motorista de aplicativo teria mudado o comportamento, o que tem causado embates em casa. Durante a conversa, ela falou ainda que a briga entre o casal teria começado por conta de um celular encontrado na rua, momento que ele teria a agredido, fazendo-a ficar com marcas visíveis no pescoço.

Posteriormente, teria sido dopada com altas doses de clonazepam, ficando sem condições de pedir socorro ao longo da segunda-feira. No entanto, os dois teriam ingerido bebidas alcoólicas. A mulher alegou ainda que pediu para o companheiro procurar um tratamento psicológico, pois teria transtornos mentais.

Com medo de ser assassinada, ela se recusou a ficar no imóvel com o companheiro e aguardou a chegada da PM na portaria do condomínio.

No entanto, o suspeito alegou que as marcas foram causadas no momento que impedia a companheira de sair do imóvel para cometer suicídio. Ele explicou para os policiais que a mulher ficou visivelmente abalada ao saber da morte do sobrinho. Mesmo assim, ela teria conseguido sair de casa e ficou horas sumida, sendo encontrada na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Guaicurus.

Ontem, os dois chegaram a ser levados para a DEAM (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher), mas a vítima recusou atendimento e fugiu correndo. Enquanto isso, o homem ficou na unidade policial.

O caso foi registrado como ameaça, lesão corporal e violência doméstica.

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