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Operação Urutau: Gaeco investiga lavagem de dinheiro e associação criminosa

Urutau é uma ave tipicamente sul-americana, também considerada 'ave fantasma'

13 DEZ 2016
Diana Christie e Rodson Willyams
10h31min
Foto: Geovanni Gomes

O MPE (Ministério Público Estadual) divulgou nota oficial sobre os mandados de prisão cumpridos na manhã de hoje (13) nas sedes da Omep e Seleta, em Campo Grande. Segundo o órgão, as ações fazem parte da Operação Urutau e três pessoas serão presas. Além de batidas nas instituições, os agentes do MPE, em parceria com a Polícia Militar, cumprem mandados no gabinete da vereadora Magali Picarelli (PSDB). Veja a nota:

O Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (GAECO), em trabalho conjunto com a 29ª e a 49ª Promotorias de Justiça do Patrimônio Público e Social de Campo Grande, com o apoio da Polícia Militar, deflagrou, na manhã desta terça-feira (13/12), a Operação Urutau, para o cumprimento de 14 mandados de busca e apreensão de documentos, três prisões temporárias e sete conduções coercitivas na Capital.

Apura-se a prática de improbidade administrativa e crimes de falsidade ideológica, peculato, lavagem de capitais e associação criminosa em convênios mantidos pelo Município de Campo Grande com as entidades Organização Mundial para Educação Pré-Escolar do Estado de Mato Grosso do Sul (OMEP/BR/MS) e SELETA (Sociedade Caritativa e Humanitária – S.S.C.H) e seus dirigentes, prestadores de serviços e funcionários.

Os mandados foram expedidos pelo Juiz Mario José Esbalqueiro Junior, enquanto esteve designado para oficiar na 1ª Vara das Execuções Penais de Campo Grande, vinculada ao Provimento nº 162 do TJMS.

Participam da operação quatro Promotores de Justiça e 36 Policiais Militares.

Operação Urutau

Urutau é uma ave tipicamente sul-americana, também considerada “ave fantasma”, pela sua facilidade em se ocultar, sem que possa ser identificada, em referência a suspeita de contratações fraudulentas, através dos convênios investigados.

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