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Polícia

15/10/2014 14:00

Polícia investiga negligência da organização em morte de competidor

Volta das Nações

A polícia entrou em ação após a morte do competidor, Juliano Batista, de 30 anos, durante a Meia-Maratona Internacional do Pantanal Volta das Nações, neste domingo (12), em Campo Grande. O óbito do participante da prova de 21 km de Várzea Grande (MT) aconteceu depois dele sofrer uma possível parada cardiorrespiratória, bem no trecho da Avenida Hiroshima, próximo ao cruzamento com a Mato Grosso.


 

Juliano estava competindo junto com o irmão, Reinaldo Francisco, que ficou em estado de choque ao presenciar a morte dele. A organização do evento divulgou uma nota de esclarecimento lamentando a morte, logo após o ocorrido, e informou que está oferecendo todo suporte possível aos familiares.

 


De acordo com o delegado responsável pelo caso, Fábio Anderson Sampaio, da 3ª Delegacia de Polícia da Capital, algumas testemunhas já foram ouvidas e os trabalhos continuam a todo vapor. “Estamos colhendo os depoimentos das testemunhas que participaram do percurso junto com a vítima fatal. Ouviremos posteriormente os familiares, que são de Mato Grosso”, explicou.


Foto: Geovanni Gomes


Ao ser indagado a respeito da denúncia que o TopMídia News recebeu sobre falta de água durante o trajeto dos competidores e necessidade de isotônico, o delegado informou que irá avaliar estas questões. “Também vamos analisar se não é somente a água o elemento essencial durante práticas esportivas como aquela, já que em algumas competições é obrigatório o uso de isotônico. A linha de investigação apura se houve eventual negligência quanto à organização do evento, ou se foi apenas uma fatalidade”, explicou o delegado.


Tempo

Os próprios bombeiros que prestaram socorro ao rapaz informaram que o tempo refletiu negativamente nas atividades. "Infelizmente, essa competição foi atípica, tivemos mais ocorrências devido ao calor extremo. Mas os atletas estão cientes dos cuidados básicos em relação à desidratação. O problema é que o clima está muito quente e seco, prejudicando ainda mais a saúde", explicou o cabo Paulo Roque, minutos antes de Juliano falecer.


 

Foto: Geovanni Gomes


O médico do Samu, André Barros, que constatou a morte da vítima, informou que ainda é cedo confirmar a causa, apesar de aparentar ser uma parada cardiorrespiratória. “Também necessitamos do resultado do laudo do Imol (Instituto de Medicina Odontológica Legal) para confirmar a causa do óbito e dar prosseguimento às investigações”, concluiu o delegado Fábio Sampaio, informando que o prazo de conclusão do exame é de dez dias. 

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