(67) 99826-0686

Polícia de Cuiabá ainda não esclareceu morte de major executado em fevereiro

Vingança policial

10 MAR 2014
Repórter MT
17h29min
Foto: Repórter MT

Quase um mês após o assassinato do policial militar da reserva, o major Claudemir Gasparetto, a Polícia Civil não conseguiu apontar nenhum suspeito de ter cometido o crime. A vítima foi executada com cinco tiros na frente da própria casa, no bairro Planalto Ipiranga, em Várzea Grande, no dia 18 de fevereiro.

 

A assessoria de imprensa da Polícia Civil de Mato Grosso afirmou que os dois detentos da Penitenciária Central do Estado (PCE), suspeitos de serem os mandantes do homicídio foram ouvidos na última sexta-feira (07), pela delegada Silva Paluzzi, na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Cuiabá, no entanto, não deram nenhuma informação relevante sobre o caso.

 

Os dois criminosos participaram junto com o jovem Djon Roberto Luna Carvalho de uma tentativa de assalto na casa do major, em fevereiro de 2014, no entanto, a ação fracassou. Gasparetto reagiu ao crime e conseguiu matar Djon com vários tiros, além de balear os outros criminosos, que conseguiram fugir, mas foram presos logo em seguida por uma guarnição da Polícia Militar.

 

O caso - Por volta das 20h, o major estava chegando em casa em um VW Voyage, quando dois criminosos se aproximaram em um Ford Ecosporte, de cor vermelha. "O carro dos bandidos 'emparelhou' com do policial. Com isso, um dos criminosos sacou uma arma e atirou várias vezes no major, que não teve nem tempo de sacar sua pistola", explicou um policial.

 

Claudemir foi baleado nas costas, no tórax e na cabeça. Inconsciente, ele foi levado por uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) ao Pronto Socorro de Várzea Grande, mas morreu durante o atendimento médico. Antes de se aposentar, Gasparetto trabalhou no Palácio Paiaguás como integrante da equipe de segurança do ex-governador e atual senador Blairo Maggi (PR). 

 

Fonte: Repórter MT

Veja também