A Polícia Civil confirmou a prisão de um homem de 35 anos, apontado como um dos suspeitos de ter assassinado Douglas Bragatto do Amaral, de 34, na madrugada deste sábado (30), em frente a uma conveniência no bairro Nova Lima, em Campo Grande. A vítima, que seria filho de um policial civil, foi executado com mais de 20 tiros.
Após tomar conhecimento do crime, policiais do GARRAS (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros) iniciaram rondas pela região na tentativa de localizar os dois suspeitos, que, segundo informações, teriam uma rixa antiga com a vítima.
Durante as buscas, os investigadores receberam a informação de que um dos suspeitos estaria escondido em uma casa na Vila Nasser. Ao se deslocarem para o endereço, os policiais conseguiram localizar o suspeito, que recebeu voz de prisão e foi, em seguida, encaminhado para a sede do GARRAS para os procedimentos cabíveis.
Os trabalhos de investigação continuam na tentativa de localizar o segundo envolvido no crime.
O caso
Rixa antiga com autor dos disparos teria motivado assassinato de Douglas Bragatto do Amaral, 34 anos, na madrugada deste sábado (30) em uma conveniência na Avenida Zulmira Borba, no bairro Nova Lima, em Campo Grande. A informação foi repassada à polícia por um amigo, que presenciou o crime e conhecia o suspeito.
Conforme o boletim de ocorrência, Douglas que é filho de um policial aposentado e um amigo, de 37 anos, estavam ingerindo bebidas alcoólicas quando dois homens chegaram ao local em motocicletas Yamaha XTZ. Um deles, identificado apenas como Paulinho, cumprimentou conhecidos e não se envolveu na confusão.
Já o segundo, identificado como Fernando, conhecido pelo apelido "Rato", teria uma rixa antiga com Douglas. Pouco depois de chegar, iniciou-se uma discussão entre os dois.
Ainda conforme o depoimento, Douglas tentou desferir um soco em Fernando, que sacou uma arma e disparou várias vezes. Os tiros atingiram a vítima, que ainda correu alguns metros, mas caiu no meio da rua. O autor fugiu na moto de alta cilindrada.
O Corpo de Bombeiros chegou a ser acionado, mas apenas confirmou o óbito. A perícia encontrou 20 estojos de munição calibre 9 mm deflagrados em frente ao comércio.
A Polícia Militar preservou o local até a chegada da perícia e da Polícia Civil. O corpo de Douglas foi recolhido pela funerária. O caso é investigado pela Depac-Cepol como homicídio qualificado por motivo torpe.







