Mais de 16 toneladas de entorpecentes foram queimados na manhã desta quinta-feira (23), em Campo Grande. A quantia é resultado de apreensões realizadas nos últimos seis meses na região da Capital.
De acordo com o delegado titular da Denar (Delegacia Especializada em Repressão ao Narcotráfico), Rodrigo YassaKa, das 16.640 toneladas de droga, 16.182 toneladas correspondem à maconha e 457 quilos são de cocaína. A quantidade segue a média apreendida no mesmo período no ano passado.
Para o secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, Sílvio César Maluf, ao longo de 2015 43 toneladas de drogas foram apreendidas em todo Estado. Para Maluf, que chama a atenção é o aumento na apreensão de cocaína e o equilíbrio em relação ás apreensões de crack.
Das 43 toneladas, 1.337 kg correspondem à cocaína e 1365 a crack. Segundo o secretário, esse equilíbrio demonstra que há uma migração do tráfico de maconha para o de cocaína que pode ter se tornado mais rentável e também, que há, por parte da polícia, uma repressão maior as pequenas “bocas de fumo”, responsáveis pelo comércio de maconha, principalmente.
“Isso demonstra que o trabalho tem sido feito, principalmente em relação aos pequenos pontos de venda de drogas”, disse.
As cerca de 16 toneladas foram queimadas na sede do frigorifico JBS, na rodovia BR-060, saída para Sidrolândia.







