O empresário e advogado de Campo Grande, Altair Perondi, foi um dos presos na Operação Asfixia, desencadeada pela Polícia Federal e Controladoria Geral da União. A ação ocorreu nessa quarta-feira (25) e investiga fraudes em contratos de empresas hospitais do Acre com recursos federais.
O montante desviado, segundo a PF, chega a R$ 1,5 milhão. Os demais mandados, sendo de prisão preventiva, temporária, condução coercitiva e busca e apreensão foram cumpridos na capital Rio Branco e no Ceará.
O mandado contra Perondi, conforme apuração, seria o de prisão temporária. Ele está detido na Superintendência Regional de Polícia Federal, em Campo Grande.
Entre as fraudes constatadas, segundo a CGU, estão a adulteração de cilindros de oxigênio, mediante transvase - quando o produto é transferido para outros cilindros em quantidade menor-, sobrepreço em atas de registro, possível favorecimento a empresas suspeitas e deficiência nos controles de entrega dos cilindros contratados.
As irregularidades, conforme informações da Controladoria Geral da União, foram verificadas em contratos da Secretaria de Saúde do Acre. Os técnicos constataram preços superiores aos praticados no mercado.








