Genílson Duarte, presidente da CUT-MS, que está preso em Canoas (RS), pode ser liberado nas próximas horas ou mais tardar na segunda-feira, informa a defesa da Central Única dos Trabalhadores. A liderança conseguiu a revogação da prisão na tarde desta sexta-feira (26).
'A carta precatória já chegou à comarca de Canoas. É difícil que saia hoje, por conta do final do expediente, mas estamos tentando a soltura'', informou Mário Morandi, advogado da CUT-MS.
A defesa de Duarte não quis divulgar o motivo pelo qual Genílson tinha mandado de prisão em aberto. ''Esse processo está no começo, vai começar a andar agora'', resumiu. No entanto, no sistema da Justiça de MS, consta que Duarte tinha prisão cautelar decretada pela 4ª Vara Criminal, desde 6 de novembro de 2017.
Genilson responde a uma Ação Penal, em Procedimento Sumário, de recusa, retardamento ou omissão de dados técnicos indispensáveis à propositura de Ação Civil Pública. "Verifica-se nos autos que o denunciado GENILSON DUARTE qualificado nos autos, não foi encontrado para citação pessoal (fl. 101) e, tendo sido citado por edital (fl. 107), não compareceu aos autos pessoalmente ou através de advogado".
Prisão
O sindicalista de MS foi preso na BR-386, próximo a cidade de Montenegro, durante abordagem da PRF ao ônibus de militantes que foram acompanhar o julgamento do recurso do ex-presidente Lula, acusado de corrupção.
Os policiais constataram que havia um mandado de prisão expedido no ano passado contra o mesmo, que recebeu voz de prisão. Ele foi transferido para Canoas, onde havia presídio. O ônibus, que seguia para Porto Alegre, também foi apreendido por não possuir licenças solicitadas pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres).








