As próteses de silicone encontradas junto à ossada, localizada dentro de uma da fossa no bairro Taveirópoles, foram fornecidas para Marília Débora Caballera, desaparecida em 2003. A confirmação foi feita hoje pela empresa fabricante da prótese, Silimed. No entanto, a Polícia Civil aguarda o resultado do exame de DNA para confirmar a identidade da vítima.
De acordo com Fabricio Martins Schimitz, distribuidor da Silimed em Mato Grosso do Sul, a prótese foi adquirida por Marília em agosto de 2003, ano em que a jovem desapareceu. Com o número de série do produto a empresa pode localizar o comprador no banco de dados. Em posse do nome, a empresa acionou a policia para entregar o laudo ao delegado.
A informação vai de encontro com a suspeita da mãe da vítima, Iría Maidana, que relatou a polícia que as próteses poderiam ser da filha. A ossada foi encontrada na casa em que a jovem vivia com o companheiro, falecido em 2011.
Segundo o delegado Messias Pires dos Santos Filho, o companheiro é o principal suspeito do crime. A motivação, ainda não confirmada, seria passional. Pouco tempo após o desaparecimento de Marília, o homem teve um filho com uma suposta amante. Esta pode ser a motivação do crime. A polícia trabalha para encontrar um possível coautor do assassinato.







