O sargento da PM, César Diniz, que atirou e matou o tenente João Miguel Além Rocha,50, chegou às escondidas na 2ª Delegacia de Polícia, em um carro da Corregedoria da Polícia Militar, na tarde desta segunda-feira (3) e, segundo o advogado, alega legítima defesa e diz que está abalado.
O suspeito, que estava foragido desde o meio dia de sábado, dia do crime, disse por meio do defensor Sebastião Francisco dos Santos, que não sabia que o homem que morreu era policial militar e que ficou muito triste ao saber disso.
Diniz também contou ao advogado que chegou a ligar para o 190 para que uma equipe policial pudesse auxiliar na resolução da desavença que motivou o crime, porém não entrou em detalhes se o pedido foi registrado ou atendido.
Ele presta depoimento ao delegado Weber Luciano de Medeiros, da 2ª Delegacia de Polícia, na Avenida Mascarenhas de Moraes.
Corregedoria
O suspeito já foi até o Parque dos Poderes, onde fica a Corregedoria da PM, para se explicar sobre o caso. Ainda conforme o advogado, ele teria chegado à delegacia em um carro desse setor da PM.
O crime
Por volta das 12h, bombeiros e o Samu foram acionados para socorrer um homem vítima de disparo de arma de fogo, na Avenida Gualter Barbosa, no Bairro Nova Lima.
A vítima, o tenente aposentado do 9º BPM foi atendido pelo Corpo de Bombeiros e médicos do Samu e tentou ser reanimado por 46 minutos, mas não resistiu entrou em óbito.
Gustavo Oliveira Mendonça, 18, foi atingido por disparos de revólver e foi levado para a Santa Casa de Campo Grande.
O autor do homicídio, um outro policial militar, fugiu do local e deve se apresentar à polícia na segunda-feira (4). O motivo do assassinato teria sido uma desavença na venda de um veículo Nissan Tida entre os dois militares.








