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Polícia

10/04/2017 10:23

Sindicalistas prestam depoimento após Elizeu Dionízio denunciar agressão na polícia

Parlamentar reistrou B.O. depois de tumulto em aeroporto

A Polícia Civil intimou para depor nesta segunda-feira, 10 de abril, três lideres sindicais para apurar sobre suposta agressão contra o deputado federal Elizeu Dionizio (PSDB) no aeroporto de Campo Grande. O parlamentar registrou boletim de ocorrência, informando sobre o fato, quando embarcou cercado de dois seguranças para evitar protesto contra a reforma da previdência.

Compareceram ao departamento de Policia do Tijuca o presidente da Fetems, Roberto Botareli, o presidente do Sintss-MS, Ricardo Bueno e o presidente da Fetricon, Wedergton Sudário, conhecido como Corumbá. Eles chegaram na delegacia por volta das oito horas. Sudário foi o primeiro a prestar depoimento, com duração de 15 minutos. O sindicalista informou que ficou em silêncio e não respondeu as perguntas. “Era um protesto coletivo. Optamos por ficar calados”, disse.  

Ricardo Bueno afirmou que no vídeo, no qual Elizeu alega que foi agredido, ele aparece de frente para o deputado. “Fica claro que se houve agressão, não foi por parte de um de nós três. O Elizeu foi o único que chegou com segurança. Foi o único que se recusou a falar com categoria”, destacou.

Botareli também lembrou que Elizeu chegou com dois seguranças. “Não apareço na imagem. Nem vi quando Elizeu chegou. Estava tranquilo. Se houve alguém que agiu de forma truculenta não pertencia ao movimento. Nós tentamos dialogar com os deputados. Houve tumulto porque Elizeu se recusou a falar com os manifestantes. Elizeu Dionizio pensa que com essa atitude de instaurar inquérito policial para alegar agressões com o objetivo de impedir protestos e intimidar a categoria ele esta enganado. Até o Marun que é contra a postura dos manifestantes foi lá, conversou e o Elizeu teve essa atitude”, explicou.  

O advogado de Botareli, Ronaldo Franco, destacou que o deputado federal não respeitou a legislação ao registrar boletim de ocorrência na Polícia Civil. Por ser parlamentar da esfera federal e gozar de foro privilegiado, Elizeu teria que ter registrado a ocorrência em um órgão da esfera federal. "Essa questão tem que ser denunciada na esfera federal e não estadual. Elizeu não é o primeiro, nem o último a criminalizar os manifestos. Essa atitude é um choro de deputado que quer votar as escondidas contra o povo. Se houve agressão, foi por parte do Elizeu”, afirmou. 

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