(67) 99826-0686
PMCG - SLOGAN 17/06 A 30/06

Reforma administrativa: Marquinhos vai reduzir três secretarias e criar uma nova

Objetivo é garantir economia financeira para erradicar crise no município

20 DEZ 2016
Rodson Willyams
07h00min
Foto: Geovanni Gomes / Arquivo

Ao anunciar a composição do novo secretariado do Executivo municipal, o prefeito eleito Marquinhos Trad, do PSD, iniciou, de forma simultânea, o processo de reforma administrativa extinguindo secretarias existentes na administração do prefeito Alcides Bernal, do PP. O objetivo, segundo Trad, é garantir a economia financeira e erradicar a crise existente no município.

Segundo Marquinhos, as medidas são 'necessárias' para economia do município. "As secretarias foram reduzidas por uma questão de orçamento. Não podemos gastar mais do que arrecadamos. Os cortes e o enxugamento foram necessários sem eliminar as funções, mas elas vão ter a mesma eficiência e efetividades, mas com nomenclaturas diferentes", pontuou. 

As atuais secretarias da Juventude, da Mulher e da Receita, a partir de 2017, passarão a ser subsecretarias municipais vinculadas a outras pastas. A Receita, por exemplo, passará a integrar a Secretaria Municipal de Planejamento, Finanças e Controle (Seplanfic), comandada pelo economista Pedro Pedrossian Neto. 

Outras subsecretarias também serão criadas, conforme prometido na campanha eleitoral. São elas as pastas das Pessoas com Deficiência Física e da Mobilidade Urbana, esta última, considerada essencial pelo município. Há ainda a subsecretaria dos Direitos Humanos, e de Assuntos Fundiários, outra promessa, que passará integrar a Agência Municipal de Habitação de Campo Grande (Emha). 

Aos cuidados de Nilde Brun, a economista irá comandar a Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, já que será extinta a Fundação Municipal de Cultura (Fundac).  

Por fim, as apostas do Marquinhos Trad estão na Controladoria e Transparência Pública, que terá como titular o advogado Evandro Ferreira de Viana Bandeira. Segundo o prefeito eleito, o objetivo da Controladoria será deixar transparente toda movimentação financeira de Campo Grande. "A sociedade precisa saber o que entra e sai da caixa da prefeitura", afirmou. E ressaltou, "é preciso mostrar o quanto entra e onde está sendo gasto [o dinheiro]". 

Cortes de comissionados 
Outros pontos considerados como medidas 'austeras' será realizado em janeiro pelo prefeito eleito. "Além dos cortes de secretarias, redefinição de outras, haverá uma mudança no organograma e um corte de 30% para toda gestão pública". 

E finaliza, "precisamos ser combativos e com cada uma delas, eu aprendo a vencer as dificuldades". 

Veja também