Para cortar gastos, ao invés de acabar com supersalários e "folha secreta", a prefeita Adriane Lopes (PP) irá reduzir a quantidade de adolescentes que trabalham na prefeitura de Campo Grande através do Programa Mirim, do IMCG (Instituto Mirim de Campo Grande).
De acordo com publicação feita no Diogrande (Diário Oficial de Campo Grande) nesta quinta-feira (29), o quantitativo máximo de adolescentes atendidos foi reduzido de 420 para 200. Segundo a justificativa, a mudança pretende adequar o programa a demanda real dos órgãos da administração pública municipal.
O termo também altera a forma de execução financeira da parceria. A partir de 1º de outubro de 2025, o município começou a repassar mensalmente à organização o valor de R$ 2.013,39 por adolescente efetivamente ativo. Os recursos serão destinados ao pagamento da remuneração dos adolescentes, encargos legais e demais despesas operacionais do Instituto Mirim.
Ainda conforme a publicação, o repasse mensal ficará condicionado à apresentação de nota fiscal correspondente ao número de adolescentes em atividade no período. Os pagamentos poderão ser retidos em casos de irregularidades, como desvio de finalidade, inadimplemento de obrigações previstas no termo ou descumprimento de recomendações dos órgãos de controle.
O documento também promove alterações na dotação orçamentária, com a atualização dos projetos, atividades e unidades gestoras responsáveis pelos recursos, envolvendo as secretarias de Educação, Fazenda, Assistência Social, Infraestrutura, Meio Ambiente e Controladoria-Geral do Município.







