Temer na defensiva. Os advogados do presidente apresentam hoje à Câmara a defesa contra a denúncia de corrupção, bem antes do fim do prazo de 10 sessões em plenário, que começou a contar ontem. O documento será entregue à CCJ, que já tem um relator do processo: Sergio Zveiter (PMDB-RJ). Visto como um deputado independente, é ele quem vai recomendar aos colegas a aceitação ou a rejeição da denúncia de Janot. O presidente corre contra o tempo.
A defesa de Temer vai alegar que a gravação da conversa entre o presidente e o dono da JBS, Joesley Batista, é ilegal e não revela nada compremetedor. Temer também lançará um desafio: que Janot apresente algum indício de que ele era beneficiário dos R$ 500 mil entregues em uma pizzaria de São Paulo a Rodrigo Rocha Loures, ex-assessor do presidente.
Supremo
O Partido da República (PR) apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma ação para obrigar que sejam criadas novas regras para facilitar a compra de armas pelos cidadãos. A ação foi protocolada no dia 29 de junho e será assunto de uma reunião hoje entre a presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, e os deputados José Rocha (PR-BA) e Magda Mofatto (PR-GO).
O Conselho de Segurança da ONU se reúne hoje em Nova York para discutir o teste de míssil da Coreia do Norte. Os EUA pediram ontem uma 'ação global' ao que chamou de ameaça, depois que Kim Jong-un disparou o míssil com capacidade de alcançar o território norte-americano.
Educação financeira
PGBL ou VGBL? A sigla é complicada, mas antes de fazer uma previdência privada, o investidor precisa entender as características de cada um desses dois planos. A principal diferença entre eles é quanto você irá pagar de imposto de renda. O G1 explica.








