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Política

Na fronteira, Rose Modesto garante união do povo 'brasiguaio' em torno da pré-candidatura

Pré-candidata a governo levou o projeto "MS que queremos" a região

16 maio 2022 - 11h17Por Rayani Santa Cruz

Após ir à fronteira, a pré-candidata ao Governo do Estado, deputada Rose Modesto (União) destaca que a agenda da sétima edição do "MS que queremos" foi marcada pela união entre o povo brasiguaio em apoio à sua pré-candidatura.

Segundo a pré-candidata ao governo, o projeto está cumprindo a sua função de ouvir as pessoas." Nós já percorremos 47 cidades ouvindo as pessoas, vendo qual é o problema que estão enfrentando. Em agosto, quando eu  irei entregar o meu plano de governo na Justiça Eleitoral, vai ter o perfume de cada cidade que passei", argumenta Rose Modesto.

"Nós precisamos de um olhar acolhedor, um olhar humanizado, uma pessoa que cuide de nós. E acredito que nosso Estado neste momento pede um olhar feminino", explica a auxiliar administrativa  Jessica Rodrigues  Félix, 38 anos, moradora de Coronel Sapucaia.

Conforme a assessoria, a rota do "MS que queremos" na fronteira foi emblemática mostrando a realidade dos sul-mato-grossenses - brasiguaios e povos originais-.

Entre os problemas: a falta de moradia digna, capacitação e qualificação de jovens, falta de infraestrutura de hospitais e postos de saúde e médicos especialistas. Essas foram as principais queixas encontradas.

Esse foi o caso da brasiguaia, moradora de Paranhos, Relva Gimenez, 30 anos, mãe de três filhos que mora em um barraco de lona e tenta sobreviver junto com o marido cultivando uma roçinha e fazendo bicos.

"É difícil, mas tem que ter fé que vai melhorar. Tem dia que nós só comemos uma vez no dia. Aqui quando chove e faz frio a coisa fica feia, não chegamos a passar frio, mas eu rezo para ver se Deus me ajuda", explica.

A falta de escolas profissionalizantes e oportunidades de crescimento profissional deixa preocupados pais e jovens na região. Como no caso do professor  Sílvio Santa Cruz, 52 anos, pai de um adolescente de 14 anos. Ele comenta  que a falta de oportunidade faz os jovens de 14 a 15 anos atravessem a fronteira em busca de  trabalho mesmo ganhando menos.

"Aqui não tem escolas profissionalizantes. E a oportunidade de conseguir ganhar dinheiro no Paraguai  é  sedutora para quem não tem oportunidades aqui em Sete Quedas. Precisamos investir nos jovens com qualificação e geração de emprego e renda", explica Santa Cruz.