Em Mato Grosso do Sul, os seis candidatos que irão disputar o cargo para o Governo do Estado registraram suas candidaturas no Tribunal Regional Eleitoral do Estado (TRE-MS) neste sábado (05). De acordo com o calendário da Justiça Eleitoral, o prazo final para oficializar as candidaturas terminou ontem e a partir de agora, os candidatos ficam proibidos de comparecer em inaugurações públicas.
Conforme a Lei das Eleições 9.504/87 que normatiza o processo eleitoral impede a partir deste domingo (06) que os candidatos participem de eventos onde acontecem inaugurações de obras públicas. Agentes públicos também ficam impossibilitados de fazer nomeações, contratações ou demissões de servidores públicos. Os aprovados em concurso público só poderão ser nomeados se o certame tiver sido homologado até 5 de julho.
A legislação também proíbe que integrantes do governo liberem publicidade institucional de programas e obras das administrações federais e estaduais. Os famosos pronunciamentos em cadeia de rádio e televisão também ficam parcialmente proibidos, apenas utilizados para casos de assuntos de urgência ou de calamidade pública. Ainda assim, a Justiça Eleitoral fará uma análise antes.
Durante a tarde deste sábado, os candidatos Professor Marco Antônio Monje (PSTU); Evander Vendramini (PP); Sidney Mello (PSol); Nelson Trad Filho (PMDB) que esteve acompanhado pela candidata ao Senado Federal, Simone Tebet (PMDB); Reinaldo Azambuja (PSDB); Delcídio do Amaral (PT), que esteve acompanhado por Ricardo Ayache que concorre ao Senado estiveram presentes na sede do TRE-MS para registrar suas respectivas candidaturas. A partir de hoje todos estão liberados pela Justiça Eleitoral para fazer campanha.
Confira como ficou o quadro político para esta eleição:
PT - Concorrendo ao Governo do Estado está o senador Delcídio do Amaral que tem como vice, o deputado estadual Londres Machado (PR) e Ricardo Ayache (PT) para o Senado Federal. O PT anunciou que pretende gastar R$ 28 milhões nesta eleição.
Com a coligação “Mato Grosso do Sul, com a Força de Todos”: O PT terá apoio de 11 partidos - PR, PDT, PV, PTB, PTC, PC do B, PROSS, PRP, PSDC, PPL e PSL.

Selfie de Ricardo Ayache e Delcídio no TRE-MS. Foto: Reprodução / Facebook.
PMDB - Concorre ao Governo do Estado, o ex-prefeito de Campo Grande, Nelson Trad Filho que tem a pastora Janete Morais (PSB) como vice e Simone Tebet (PMDB) para o Senado Federal, informou que a previsão de gasto será na ordem de R$ 30 milhões. O partido terá apoio de oito partidos - PRTB, PTN, PHS, PSC, PT do B, PRB, PEN e PSB.

Janete Moraes (vice), Nelsinho Trad e Simone Tebet no TRE-MS. Foto: Reprodução / Facebook.
PSDB - Oficializou Reinaldo Azambuja para o Governo do Estado junto com a vereadora, professora Rose Modesto, com chapa pura. O ex-parlamentar Antonio João Hugo Rodrigues (PSD) saíra para o Senado Federal. A estimativa do partido será de R$ 11 milhões para os gastos. Na coligação estão PSD, DEM, PPS, SD e PMN.

Reinaldo Azambuja e Rose Modesto (vice) na chegada ao TRE-MS. Foto: Reprodução / Facebook.
PP - Com chapa pura, Evander Vendramini é o nome para o Governo do Estado e Virgínia Magrini, de Dourados será a vice. O ex-prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal saíra para o Senado Federal. A previsão de gasto para a campanha será de R$ 11 milhões para o governo e R$ 7 milhões para o Senado.
Evander Vendramini, Virgínia Magrini (vice) e Alcides Bernal no TRE-MS. Foto: Reprodução / Facebook.
PSOL - Sidney Melo será o nome para disputar o governo tendo como vice o professor Waldely Vaneli e Lucien Rezende para o Senado. A sigla terá chapa pura e irá gastar em torno de R$ 500 mil nas eleições.

Waldely Vaneli, Sidney Melo e Lucien Rezende, no dia da homologação. Foto: Reprodução / Facebook.
PSTU - Lançou o professor Marco Antônio Monje para o Governo do Estado tendo Suel Ferranti como vice e Valdemir Cassimiro ao senado. A sigla terá uma chapa pura e não revelou quanto irá gastar nesta eleição.

Foto: Reprodução / Facebook.







