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Política

13/10/2014 16:00

Bernal define apoio na próxima quarta para segundo turno

Eleições 2014

O ex-prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal (PP), deve definir até a próxima quarta-feira (15), quem vai apoiar nesta eleição para o segundo turno. Bernal afirmou que vai conversar primeiro com o presidente do Partido Progressista Nacional, senador Ciro Nogueira, para depois tomar uma posição.

Em entrevista exclusiva para o site Top Mídia News, o ex-prefeito afirmou que estava conversando com os apoiadores de campanha e com os membros do diretório nacional para decidir a quem irá apoiar. No primeiro turno, Bernal afirmou que estava apoiando a presidente Dilma Rousseff (PT) já que o partido possuía candidato para o Governo do Estado.

Bernal também comentou que foi procurado por algumas pessoas ligadas ao Partido dos Trabalhadores, porém, ainda não tinha conversado com o senador Delcídio do Amaral. No dia da eleição, Delcídio afirmou que tem um bom relacionamento com Bernal e não descartou a possibilidade de fechar uma aliança com o ex-prefeito da Capital.

Com relação a Reinaldo Azambuja (PSDB), Bernal lembrou que o candidato o apoio nas eleições para prefeitura de Campo Grande. Mas devido algumas pessoas que ajudaram a fazer o "golpe político" e se alianharam à ele, a sinalização de apoio para o segundo turno é incerta.

"Com o Reinaldo, também não conversei, mas já fui procurado por pessoas ligadas a ele. Não tomei nenhuma decisão, mas em face do apoio recebido pelo Reinaldo [Azambuja], desses que desrespeitaram a democracia, ofenderam a sociedade campo-grandense, assumiram ilicitamente, imoralmente e criminosamente a Prefeitura através de um golpe que é criminoso, eu vejo muita dificuldade apoiar o Reinaldo", declarou.

Para Bernal, o apoio destas pessoas a Reinaldo estão prejudicando a candidatura do deputado federal e contribuindo para uma "incoerência muito grande". "Mas eu entendo que ele não pode menosprezar os apoios, afinal, apoios você não rejeita".

 

O ex-prefeito de Campo Grande explica que Mato Grosso do Sul necessita de mudança na forma de gerir as coisas públicas. "Então, eu vejo que a situação política desse momento exige muito cuidado, muita atenção. E outra, nossa aliança é feita com base em política pública, em programas, propostas e planos de governo. O Partido Progressista, sob meu comando, defende que é fundamental respeitar os princípios democráticos, respeitar os resultados das urnas, reconhecer o direito adquirido", finalizou. 

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