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Política

18/05/2014 15:30

Bernal passa da defesa para o ‘ataque aos golpistas’ em nota à imprensa

Eleições

O prefeito cassado, Alcides Bernal (PP), emitiu nota à imprensa em onde procura justificar as ações da quinta-feira (15), quando amparado em sentença do juiz David de Oliveira Gomes Filho da 2ª Vara de Direitos Difusos que determinou a suspensão da cassação do mandato do ex-prefeito e a imediata volta dele ao cargo, foi ao Paço Municipal reocupar a cadeira de prefeito. “Com a ordem judicial vou retomar a posse da Prefeitura. A cidade estava sendo governada por um impostor, um usurpador do poder”, enfatizou na ocasião.

Em nota, o ex-prefeito afirma que Campo Grande está tomada de assalto (sic), sem que alguém sequer os questione, como se todos os veículos de imprensa tivessem aceitado passivamente, ou não acompanhado e informado cada passo da guerra que se estabeleceu entre os poderes desde que Bernal ocupou a cadeira de prefeito da Capital.

Declara que “A justiça (...) chegou à conclusão de que o mesmo apresentava falhas legais gravíssimas”, sem questionar que “A justiça” aceitou a sessão da Câmara Municipal que cassou seu mandato, que “A justiça” derrubou a decisão do juiz David e que “a justiça”, através do Superior Tribunal de Justiça ainda vai julgar a sessão de Cassação. Não há como aceitar apenas as “sentenças judiciais” que nos beneficie.

Em outro trecho, a nota diz que: “Com a decisão judicial em mãos e acompanhados de um oficial de justiça entramos no Paço Municipal nos braços do povo e fomos muito bem recebidos pelos servidores de carreira.

 

Dos golpistas sobrou apenas a xícara de café intacta sobre a mesa, mostrando que os mesmos saíram às pressas e nem sequer se dignaram a permanecer em suas salas para entregar seus cargos.” No entanto, e o ex-prefeito é operador do Direito e tem plena consciência de que o procedimento correto, obedecida a Lei Orgânica do Município, seria o agente público comunicar a decisão da Justiça à Câmara Municipal, que marcaria um novo ato de posse que, de maneira oficial, assumiria a Prefeitura. Pecou pelo caráter intempestivo.

Ainda que haja dúvidas sobre uma cassação arquitetada pelo legislativo, sob a orientação ou não de pessoas ligadas ao governo anterior numa tentativa de impedir que os erros e desmandos daquele governo chegassem ao conhecimento público e permitissem, pelo caráter inequívoco, ações judiciais contra os envolvidos, a ação impensada de Bernal e o descontrole de parte dos que o acompanhavam, rouba-lhe alguma razão que tivesse.

Não há, enfim, segurança administrativa quando se age por sua própria lei. Quem afinal destruiu os documentos? Sua equipe que invadiu atabalhoadamente o edifício público ou os atuais funcionários? Não importa para a população de Campo Grande. O que realmente importa é que esta população de forma cívica e ordeira compareceu às urnas e fez sua opção, tanto pelo executivo quanto pelo legislativo. Não merece, portanto, ficar a mercê de lutas entre grupos e decisões judiciais que se contrapõem.

Segue a nota distribuída pela assessoria do ex-prefeito Alcides Bernal

 

GOLPISTAS E MENTIROSOS

Infelizmente hoje, Campo Grande está tomada de assalto por um grupo que não mede consequências ao mentir e enganar a população e convenientemente suas mentiras são propaladas aos quatro cantos da cidade, sem que alguém sequer os questione.

A tarde de quinta-feira foi histórica. A justiça, após analisar detalhadamente todos os pontos do fraudulento processo de cassação liderado pelos vereadores do PMDB, chegou à conclusão de que o mesmo apresentava falhas legais gravíssimas que o comprometiam do início ao fim.

“Em razão disto, toda movimentação no sentido de se reduzir o legítimo exercício do mandato político representativo exige extremo rigor na condução dos respectivos procedimentos, sejam eles judiciais ou parajudiciais (político-administrativo).”

 

Diante dessa conclusão, a Justiça determinou a nossa IMEDIATA recondução ao cargo de Prefeito.

“Até que se defina como presente alguma das hipóteses possíveis para a destituição do poder legitimamente conquistado, a eficácia desta representatividade deve prevalecer, em respeito à outorga do exercício deste poder pelo povo.”

Voltamos à prefeitura com a alma lavada, pois a justiça estava sendo feita e a democracia sendo restabelecida em nossa cidade. Com a decisão judicial em mãos e acompanhados de um oficial de justiça entramos no Paço Municipal nos braços do povo e fomos muito bem recebidos pelos servidores de carreira.

Dos golpistas sobrou apenas a xícara de café intacta sobre a mesa, mostrando que os mesmos saíram às pressas e nem sequer se dignaram a permanecer em suas salas para entregar seus cargos.

É importante frisar que entramos acompanhados da população e da imprensa, que registrou todos os nossos passos e é testemunha ocular da nossa presença dentro do prédio da administração municipal.

Ao voltarmos para a prefeitura, nossa primeira providência foi pedir aos nossos assessores que fossem as suas secretarias de origem para fechá-las, pois precisávamos preservar a segurança administrativa, haja vista que os golpistas poderiam surrupiar documentos, fato comprovado e registrado pelo site Midiamax que filmou um deles tentando retirar documentos do Paço Municipal.

Todos foram tratados com respeito, mas também com determinação, pois alguns se recusaram a sair, pois estavam ali por meio de um golpe político e tinham a certeza de que seus crimes eram imunes à Justiça e de que ninguém “mexeria” com eles. Após a saída dos golpistas, as fechaduras foram trocadas para que nenhum deles voltasse durante a madrugada para tentar apagar seus rastros.

Como era de se imaginar, os golpistas agiram rapidamente e novamente na calada da noite, após reunião no mínimo suspeita em um gabinete do Tribunal de Justiça, derrubaram a decisão judicial.

Para referendar o golpezinho da madrugada inventaram atos de vandalismo, que se ocorreram foram praticados por eles mesmos, pois naquele grupo há vários personagens que traíram nossa confiança, que mentiram para os seus e para a população e que não têm escrúpulos e são capazes até mesmo de forjar crimes, como já haviam feito anteriormente.

Nenhuma das pessoas que esteve na prefeitura na quinta-feira praticou qualquer ato de violência. Ao deixarmos a prefeitura, todos os móveis e documentos estavam intactos, não havia ninguém reclamando de nada, nem qualquer pessoa com ferimento. Apenas um dos assessores golpistas que fugiu às pressas, utilizava as redes sociais para inventar mentiras. Porém, o mesmo não possui idoneidade moral para acusar quem quer que seja, pois desde a campanha política já inventava mentiras estapafúrdias a nosso respeito.

Os golpistas nos acusam SEM PROVAS e fazendo isso tentam tirar a atenção do que realmente é importante: a justiça tem certeza de que o processo de cassação é fraudulento, cheio de erros e dessa forma ilegal e nulo. Essa é a verdade.

Em um ano, doze meses e doze dias em que estivemos à frente da administração de Campo Grande implementamos diversas melhorias para os servidores públicos, fizemos economia, realizamos obras de qualidade e iniciamos um processo de melhoria da qualidade de vida da população, por meio de importantes conquistas na área da saúde e educação.

Os golpistas em apenas dois meses já enfrentaram greves, insatisfação dos servidores públicos, investigações e diligências do GAECO e gastaram não se sabe onde todo dinheiro do contribuinte que foi economizado.

Juridicamente já estamos tomando todas as providências e quem nos acusou mentirosamente terá que prestar contas com a lei, pois lugar de bandido e de golpista é na cadeia.

Esperamos que a verdade e a democracia sejam restabelecidas rapidamente, pois Campo Grande não pode continuar à mercê de GOLPISTAS E MENTIROSOS.

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