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Política

12/03/2014 11:20

Bernal pode virar o jogo se fizer uma boa defesa

Defesa sóbria

Somados os votos contrários ao prefeito, segundo conta dos opositores, com os votos favoráveis ao prefeito, da soma da base de apoio, mais os indecisos, a conta não fecha pois apontam números que vão além dos 29 vereadores da Câmara Municipal de Campo Grande.

Ao prefeito Alcides Bernal resta a esperança de conquistar para si os poucos indecisos que farão a balança pender e definir o lado vencedor: a base que ainda assim será minoria, ou a oposição que ganhará a força de um trator.

Toda a expectativa gira em torno de dois eixos: primeiro, a presença do prefeito na Câmara, para fazer sua própria defesa; segundo, os argumentos dessa defesa.

Nas contas apresentadas pela oposição, 20 votos estão fechados pela cassação do prefeito Alcides Bernal. Compõem a lista os vereadores Vanderlei Cabeludo, Carla Stephanini, Edil Albuquerque, Paulo Siufi e Mario Cesar (presidente da Casa), do PMDB; Coringa, Chiquinho Telles e Delei Pinheiro, do PSD; Professor João Rocha e Rose Modesto, do PSDB; Grazielle Machado e Dr. Jamal, do PR; Flávio César, Eduardo Romero e Otávio Trad, do PTdoB; Juliana Zorzo, PSC; Elizeu Dionízio, SDD; Alceu Bueno, PSL, Carlão, PSB; Airton Saraiva, DEM e Waldecy Chocolate, PP.

Na lista dos vereadores da base do prefeito, são nomes certos os vereadores do PT, Zeca, Alex e Ayrton; do PPS, Luiza Ribeiro; do PP, Cazuza, do PRB, Gilmar da Cruz; e do PDT, Paulo Pedra.

Fechada a conta, percebe-se nas conversas que rondam os gabinetes que, ao menos seis vereadores estão, na verdade, indecisos. São eles Dr. Jamal (PR), que tem sido atendido nas nomeações que fez ao prefeito; Juliana Zorzo (PSC), mesmo partido do articular político e secretário Municipal de Governo e Relações Institucionais (Segov) de Campo Grande;  Alceu Bueno (PSL), que não acredita nas promessas feitas agora pela oposição ao prefeito, que nunca o atendeu enquanto situação; Carlão (PSB), que vem recebendo menor número de votos a cada eleição, apoiou Giroto(PMDB) nas eleições 2012 e não pretende ter sua imagem vinculada com a derrota do prefeito que obteve mais de 270 mil votos; e os peessedebistas Professor João Rocha e Rose Modesto, que pretendem decidir o voto somente após avaliar os argumentos de defesa apresentada pelo prefeito.

Eduardo Romero (PTdoB) não é voto fechado para a oposição, pois começa a se rebelar com as censuras impostas a diversos posicionamentos que pretendia ter na condução do seu mandato.

Resta, então, ao prefeito Alcides Bernal acabar com o atraso de 15 meses em que evitou o diálogo entre os poderes. Para governar de fato e não amparado em liminares do Poder Judiciário, basta provar que não houve ilicitude nos seus atos e,  mais do que prometer, se comprometer a respeitar o Poder Legislativo. Dessa forma, se os seus argumentos forem suficiente para convencer os indecisos, haverá de fato um Poder Executivo em Campo Grande.

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