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segunda, 23 de novembro de 2020
Política

Prefeito vai recorrer à Câmara para resolver problema do prédio

Imbróglio

22 novembro 2013 - 08h59Por Juliene Katayama

Após a visita do prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal (PP), e do secretário de Governo, Pedro Chaves, à Brasília (DF), o impasse do prédio da Câmara poderá ser resolvido. Mas o progressista precisará do apoio dos vereadores para aprovar o empréstimo para a construção do Centro Político.

Sem entrar em detalhes, Pedro Chaves disse que a prefeitura irá fazer um empréstimo para construir o Centro Político que abrigará os órgãos municipais. Para isso, o projeto terá de ser aprovado no Legislativo. "Vamos precisar dos vereadores para aprovar o projeto de empréstimo", afirmou o secretário.

Depois da burocracia, o secretário garante que o Centro Político será construído em seis meses. "Tem obras que são construídas em três ou quatro meses. Não são pré-moldados, mas são blocos grandes", explicou. Ainda segundo ele, o prédio da Câmara terá prioridade, "Vamos fazer por módulo e o da Câmara será o primeiro", completou.

A proposta é construir o Centro Político na área próximo do Círculo Militar do Oeste (CMO) que pertence à União. O governo federal cederia a área para a Prefeitura de Campo Grande. A ideia já foi aceita pelos vereadores que aguardam o acordo com o Executivo.

Despejo - Os vereadores permanecerão no atual endereço até fim de março quando termina o prazo dado pela Justiça. A decisão foi dada em fevereiro. Os Haddads Engenheiros entraram com ação pedindo o prédio de volta depois de ficarem sem receber o aluguel desde 2005 quando encerrou o contrato.

O prédio foi construído para abrigar a Câmara em 2000. Após a mudança do Legislativo, o Ministério Público denunciou o alto preço do aluguel, na época R$ 35 mil, e a Justiça aceitou. O valor do aluguel foi reduzido para R$ 11 mil, mas os proprietários não aceitaram e o pagamento teve de ser depositado em juízo até o fim do contrato, em 2005.

Após o fim do contrato, a Câmara não pagou o aluguel e os proprietários pediram o despejo em 2011. Só no início deste ano que a Justiça decidiu a favor dos Haddads.

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