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Política

DINHEIRO NO BOLSO: Bolsonaro pode liberar mais parcelas do auxílio emergencial

A validade do auxílio pode ser prorrogada de acordo com a necessidade

03 junho 2020 - 08h58Por Dany Nascimento

Diante da pandemia do novo coronavírus, o presidente Jair Bolsonaro afirmou, na noite de ontem (2), que pode liberar mais três parcelas do auxílio emergencial, criado em razão da crise econômica causada pela pandemia.

Segundo o G1, ele disse que espera que governadores adotem medidas que permitam que a população volte a trabalhar.

"Temos mais uma parcela de R$ 600,00, depois mais duas acertadas com o Paulo Guedes. Falta definir aí o montante. E vamos esperar que até lá os outros governadores entendam o que seja melhor pro seu estado e adotem medidas pra voltar aí o povo a trabalhar", disse o presidente.

Bolsonaro defende, desde o início da pandemia, o isolamento vertical e afirma que o isolamento horizontal prejudica a economia do país. Ele quer a abertura de comércios e que apenas pessoas do grupo de risco e idosos fiquem em quarentena.

"Os problemas estão se avolumando. O pessoal informal, eu já falei pra vocês, 38 mi de pessoas, eles perderam quase tudo. Ninguém vende mais biscoito Globo na praia do Rio. Nem vende mate na arquibancada do estádio de futebol e nem no churrasquinho de gato na praça. Isso é atividade de cada um. Essas pessoas estão em casa graças ao auxílio, que é de todo mundo, é dinheiro de todo povo. R$ 600 pra eles se não o desespero teria batido neles e problemas outros poderiam ter tido", disse Bolsonaro.

Ele destaca que os valores das próximas parcelas podem ser menores, mas não deu detalhes de como isso aconteceria.

"Você pode ver, nós gastamos... Nós não, o Brasil já gastou quase R$ 700 mi com a pandemia. Muita coisa foi feita. Esse próprio auxílio emergencial de 600 que tá quase certo a quarta e a quinta parcela, de valores menores um pouco, que tá sendo ajustado pelo ministério da Economia, ajudou a evitar problemas sociais", afirmou Bolsonaro.

O benefício do auxílio emergencial foi sancionado pelo presidente no dia 1º de abril. Na época, Bolsonaro afirmou que o montante de R$ 600,00 seria pago por três meses em razão da crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus.

O governo definiu que o benefício duraria três meses ou até o fim da emergência do coronavírus no país. A validade do auxílio pode ser prorrogada de acordo com a necessidade.

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