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Política

há 4 meses

Bolsonaro passa mal e deixa prisão domiciliar para ir a hospital em Brasília

Horas antes, defesa entregou atestado médico ao STF

Após mal-estar, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) saiu de casa e foi levado para o hospital DF Star, em Brasília, na tarde desta terça-feira (16). Ele está em prisão domiciliar. Um comboio de veículos da polícia o acompanha, assim como um helicóptero. 

Conforme fontes informaram ao Metrópoles, o ex-presidente teria sofrido queda de pressão e crise de soluço. 
Mais cedo, a defesa dele apresentou ao STF atestado médico referente a exames realizados no fim de semana. O documento aponta que o ex-presidente apresenta anemia por deficiência de ferro e que uma tomografia de tórax revelou imagem residual de pneumonia recente por broncoaspiração.

O relatório médico também informou a retirada de oito lesões de pele na região do tronco e do braço direito, além da reposição de ferro por via endovenosa durante o procedimento. Os médicos destacaram que o ex-presidente deve continuar em tratamento para hipertensão, refluxo gastroesofágico e medidas preventivas de broncoaspiração.

No último dia 15, o ministro Alexandre de Moraes determinou que a Polícia Penal do DF enviasse ao STF um relatório detalhado sobre a escolta de Bolsonaro, após questionar por que não houve transporte imediato do ex-presidente de volta à residência, como previsto nas regras da prisão domiciliar. O despacho exige informações sobre o veículo usado, bem como a identificação dos agentes envolvidos na operação.

O estado de saúde de Bolsonaro tem sido alvo de preocupação de aliados. Segundo o cirurgião Cláudio Birolin, responsável por parte do acompanhamento médico, o ex-presidente está ''se alimentando mal'' e apresenta um quadro de saúde ''fragilizado''. 

Prisão domiciliar

Bolsonaro cumpre prisão domiciliar desde 4 de agosto, por decisão de Moraes, após ser condenado pela Primeira Turma do STF a 27 anos e 3 meses de prisão. A Corte o responsabilizou por liderar uma trama golpista para tentar se manter no poder após a derrota eleitoral de 2022. Além dele, outros sete aliados também foram condenados.

Mesmo sob restrições, Bolsonaro mantém contato com apoiadores. Em passagem recente por hospital, acenou a simpatizantes que entoavam o hino nacional do lado de fora da unidade.

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