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Buscando reeleição, Mochi quer consenso com Azambuja para Mesa Diretora

Junior Mochi é o nome do PMDB para continuar na liderança na Casa

22 NOV 2016
Airton Raes
11h15min
Foto: Arquivo Top Mídia News

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, Junior Mochi (PMDB), afirmou que é o nome do partido para continuar à frente da mesa diretora e busca o consenso com o governador Reinaldo Azambuja (PSDB).

“Já conversei com o governador e disse que o nome de consenso era o meu. Estou colocando meu nome à disposição e disse que queria fechar uma chapa de consenso junto com o PSDB”, disse Mochi. A eleição da Mesa Diretora da casa de Leis acontece em 20 de dezembro.

Junior Mochi afirmou que primeiro se reuniu com a bancada do PMDB para saber se poderia colocar o nome para reeleição na mesa Diretora. Por unanimidade a bancada do PMDB definiu o nome de Mochi para continuar na presidência. “Se o PMDB não me indicasse, eu não iria perder meu tempo com isso”, disse.

Em seguida, o parlamentar se reuniu com a bancada do PT. “Desde o inicio eles apoiaram meu nome, os quatro manifestaram apoio. O George Takimoto também declarou o voto”, contou Mochi. Ele também disse que o deputado Zé Teixeira (DEM) irá permanecer como primeiro-secretário. “É um ato de reconhecimento e gratidão. Por uma questão de estarmos juntos. Independente se fosse candidato, eu votaria no Zé Teixeira para primeiro-secretário. E ele tem um pré-compromisso comigo”, completou.

O presidente da Assembleia disse que se encontrou com Reinaldo Azambuja no inicio de novembro, em Brasília, onde conversaram pela primeira vez sobre sua recondução ao cargo. “Ele perguntou se eu estava trabalhando na questão da mesa. O governador disse que ia conversar com a bancada do PSDB. Estou aguardando. O PSDB é fundamental para fechar esse xadrez. É uma questão de respeito. PSDB é o partido do governo”, continuou.

Mochi lembrou que atualmente o PSDB possui a maior bancada de deputados dentro da Assembleia Legislativa, mas que está conversando com os parlamentares em busca de um consenso. "O PSDB tem a maior bancada. É natural que aja essa cobrança. Tenho conversado individualmente com os deputados. Se o governo se posicionar contrario a candidatura, a gente sabe da força do governo. Queremos construir consenso com o governo. Primeiro construímos consenso entre os deputados e depois com o governador, como fizemos na eleição anterior da Mesa Diretora”, encerrou o parlamentar.

 

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