Em reunião na manhã desta terça-feira (7) na sede do partido na Avenida Mato Grosso, lideranças peemedebistas decidiram por liberar seus filiados para apoiarem àqueles que tiverem mais afinidades e respeitadas as vantagens para cada município.
Segundo Nelsinho Trad, essa é uma relação quase pessoal (definição de apoio municipal) e as bases forçaram pela decisão de liberar os apoios, o que, em sua opinião, foi a melhor opção. Questionado sobre o “seu” apoio para o segundo turno, o ex-candidato ao governo do Estado, informou que informará ainda hoje sua decisão.
“Faremos uma reunião com a minha candidata a vice, pastora Janete Morais e os partidos que formaram em nossa Coligação para definir qualquer apoio. Até o final da tarde informarei minha posição, pois quem fica em cima do muro é caco de vidro ou gato malandro e, não sou nenhum dos dois”, enfatizou Nelsinho Trad.

Foto: Geovanni Gomes.
Convocação
O governador André Puccinelli (PMDB) informou que o ministro Aloizio Mercadante convocou os dirigentes do partido para uma reunião a se realizar ainda na tarde de hoje na Casa Civil da Presidência. Irão comparecer, além do governar, a senadora eleita, Simone Tebet, o senador Moka e o presidente estadual do partido, deputado Junior Mochi.
Não foi divulgado qual será o teor da conversa, se a cobrança de apoio ao candidato Delcídio do Amaral ou se será pedido um relatório das eleições aqui no Estado. André reafirmou seu apoio à Dilma Rousseff e disse acreditar que será uma reunião administrativa, sem especificar o que isso significa em época de definição das eleições no Mato Grosso do Sul e no plano nacional.

Foto: Geovanni Gomes.
Junior Mochi, no entanto, garantiu que deverão ser discutidas a integridade do partido, e da aliança nacional e forma como se dará a continuidade do processo de alianças.
Se o governador garantiu seu apoio à Dilma, e sabe-se que tem apoiado discretamente o candidato petista ao governo do Estado, o senador Moka declarou apoio ao candidato tucano, Reinaldo Azambuja, com quem tem relações pessoais, sendo inclusive seu padrinho político desde que Azambuja disputou a prefeitura de Maracaju.

Foto: Geovanni Gomes.







