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Política

Câmara dá ultimato para prefeitura resolver impasse dos servidores

04 maio 2016 - 10h44Por Izabela Sanchez e Rodson Willyams

O presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, João Rocha (PSDB), afirmou que o prazo para que o executivo municipal resolva o impasse no reajuste dos servidores será de, no máximo, 20 dias. Hoje, pelo menos três classes estão em greve na cidade - entre elas os professores.

João Rocha explicou que o reajuste de 2,79% já está na Câmara, onde passou pelo apoio legislativo, procuradoria-geral e agora deve seguir para a análise das Comissões competentes, como a de Legislação, Justiça e Redação Final e de Finanças e Orçamento.

“Assim que estiver pronta, deve entrar em votação em regime de urgência”, explicou o presidente, fazendo uma ressalva, já que segundo ele, a Câmara deve consultar todos os sindicatos e categorias interessadas para buscar um acordo.

Câmara não pode fazer emendas

O tucano rebateu a opinião do prefeito Alcides Bernal, que tinha sugerido alterações no projeto dentro da Casa. Segundo João Rocha, emendas ao projeto fugiriam das funções da Câmara e seriam inconstitucionais. “Nem um setor do legislativo pode criar despesas para o executivo”, afirmou.

O vereador ainda complementou, dizendo que a Câmara não tem competência pra mexer no índice de reajuste, que deve ser uma decisão entre Executivo e categorias. João Rocha participa, na manhã desta quarta-feira (4) de uma Sessão da Câmara Comunitária que visita pela segunda vez a região leste da Capital, primeira região contemplada pelo projeto e que recebeu a presença dos vereadores há cerca de 60 dias.

A vista aos bairros Vila Serradinho, Nova Campo Grande e Jardim Carioca tem o motivo de fiscalizar a situação encontrada pelos parlamentares à época da primeira visita.