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Câmara fala em 'pacto de confiança' e aprova reforma administrativa por unanimidade

Mudanças podem significar até R$ 8 milhões de economia, disse Marquinhos Trad

1 JAN 2017
Thiago de Souza e Rodson Williams
23h10min
João Rocha diz que houve um 'pacto de confiança' Foto: André de Abreu

A reforma administrativa proposta pelo prefeito Marquinhos Trad (PSD), foi aprovada por 28 votos, na noite deste domingo (1), na Câmara Municipal de     Campo Grande. O presidente da Câmara Municipal, João Rocha (PSDB), diz que a aprovação por unanimidade significa um 'pacto de confiança' com o prefeito

A gestão Trad terá 11 secretarias, sendo a pastas da Educação, Saúde, Assistência Social, Administração, Governo, Segurança Pública e Defesa Social, Infraestrutura, Cultura e Turismo, Fazenda Orçamento e Finanças, Meio Ambiente e Gestão Urbana. 

Também haverá quatro subsecretarias, sendo a da Mulher, Juventude, Direitos Humanos e Defesa do Consumidor. Além disso, a gestão contará com o trabalho de oito autarquias, entre agências, institutos e fundações.     

Na sessão, também foi aprovada a criação da Controladoria-Geral de Fiscalização e Transparência. 

O texto encaminhado na última sexta-feira (30), não sofreu alterações na sua essência. Após a aprovação, João Rocha criou uma Comissão de Redação Final, que é da Lei 8.403/2017 e ficam responsáveis por ela os vereadores Lívio Viana (PSDB), Junior longo (PSDB), Otávio Trad (PTB), Chiquinho Telles (PSD) e Odilon Júnior (PDT). 

''Hoje esse projeto não pode ser mais modificado, nem apresentado emendas'', explicou João Rocha. Porém, ele pondera que, como houve pouco tempo para que seis técnicos, sendo três membros do executivo e três do legislativo trabalhassem nesse projeto, foi preciso criar a comissão apenas para analisar questões técnicas do documento. 

''Foi feito um pacto de confiança, pois nós aprovamos o texto na sua integralidade'', emendou o presidente da Câmara ao se referir sobre o resultado final da votação, que ultrapassou as 22h50 deste domingo. 

Durante a sessão extraordinária também foram  criadas outras comissões, mas que não tem a ver com a reforma administrativa. A primeira é uma comissão de representatividade, que visa atender os trabalhos da Casa de Leis durante o recesso parlamentar, e vai funcionar de 1º de janeiro a 14 de fevereiro. Participam dela  os vereadores Carlão (PSB), Betinho (PRB), João Cesar Mattogrosso (PSDB), Valdir Gomes (PP) e Ayrton Araujo (PT).  

Também foi criada a comissão de Acompanhamento de Reestruturação do Impcg, na qual os membros serão os vereadores Enfermeiro Fritz (PSD), Pastor Jeremias (PT do B), Willian Maksoud (PMN), a Enfermeira Cida (PTN) e Livio Viana. 

A pedido de Valdir Gomes foi criada outra comissão, que é a de acompanhamento dos funcionários das entidades Omep e Seleta. Irão trabalhar nela o próprio Valdir Gomes, o enfermeiro Fritz, o veterinário Francisco, Lucas de Lima (SD), Enfermeira Cida, Ayrton Araujo, Pastor Jeremias , Dharleng Campos (PP)  e Papy (SD). 

O objetivo da reforma administrativa, alegada por Marquinhos é economizar até R$ 8 milhões. 

 

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