O plenário da Câmara dos Deputados começa a votar hoje (2) parecer da Comissão de Constituição e Justiça contrário à admissibilidade da denúncia contra o presidente Michel Temer pelo suposto crime de corrupção passiva. Os trabalhos devem se estender por todo o dia. Com base nas delações de executivos do grupo J&F, que controla a JBS, Temer foi denunciado em junho ao Supremo Tribunal Federal pela Procuradoria-Geral da República por corrupção passiva. O STF só poderá analisar a denúncia, porém, se a Câmara autorizar.
A votação só pode começar com a presença de 342 parlamentares. A votação será por chamada nominal, começando pelos deputados de um estado da Região Norte e, em seguida, os deputados de um estado da Região Sul. Os deputados terão 15 segundos para expor os argumentos e voto.
09:10
"Será que a sociedade não prefere um ano e meio de benecífios com o presidente? Será que não se pensa no homem Michel Temer?", também pergunta Mariz.
09:09
Mariz diz que a decisão da Câmara não influencia o julgamento. "É apenas uma questão temporal. Um ano e meio? Será que não podemos esperar um ano e meio para julgar o presidente? Ele é um fascínora?", indaga aos brados.
09:06
Ele diz que o presidente da República é colocado como réu enquanto um "criminoso delator" é colocado em um pedestal.
09:04
Mariz lista "um rol de equívocos" contra Temer.
09:02
Defesa de Temer começa a falar. Advogado Antônio Mariz de Oliveira tem 25 minutos para apresentar defesa em plenário.
09:02
Deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) termina fala. Ele disse que o afastamento do presidente pode causar instabilidade no país, que a decisão da Câmara não muda o processo e que as provas apresentadas até agora contra Temer são "insuficientes".
08:58
Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) afirma que a denúncia contra Temer se deu com falta de provas suficientes e critica a gravação feita por Joesley Batista. "Entre cinco perícias, quatro a condenam por causa de ruídos". Ele diz que a denúncia chegou a ser classificada como "torpe".
08:52
Ele afirma que a decisão da Câmara não muda o processo: "Este mecanismo não pode ser confundido como norma de impunidade ou salvo conduto ao presidente".
08:50
"Desde que foi encaminhada à Câmara, o pedido teve encaminhamento imediato", diz o relator. Ele também elogiou os trabalhos de Sérgio Zveiter (PMDB-RJ), autor do primeiro relatório, Rodrigo Pacheco (PMDB-MG), presidente da CCJ, e Rodrigo Maia (DEM-RJ).
08:46
"Estamos vivendo momento crucial para recuperação do país", diz Abi-Ackel.








