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Política

Candidatos ao governo de MS prometem mais policiais nas ruas e investir em inteligência

Planos para a segurança pública preveem ainda plano especial para cidades da fronteira

23 agosto 2018 - 19h00Por Celso Bejarano

Recrutar mais policiais para agir nas ruas como meio de atacar a criminalidade “com firmeza”, aplicar cursos destinados aos menores infratores com a esperança de ressocializá-los, ampliar o investimento em inteligência e tecnologia no combate ao crime e fortalecer a segurança nas fronteiras com o Paraguai e a Bolívia. Estas são as principais propostas para a segurança pública prometidas pelos seis candidatos ao governo de Mato Grosso do Sul. Conheça-as:

PT – Humberto Amaducci

O propósito de Amaducci é a valorização dos servidores e das servidoras da segurança pública de MS com a “implantação de política e instâncias permanentes de diálogo, visando organização de planos de cargos, carreira e salários, capacitação técnica, humanística, proteção e garantias para o bom exercício funcional”.

É ainda intenção do petista, em parceria com o governo federal, “ fortalecer a Estratégia Nacional de Segurança Pública nas Fronteiras (Enafron), no combate ao crime organizado, envolvendo entre outros o tráfico de drogas, tráfico de seres humanos, com ações de inteligência, prevenção e repressão”.

PSOL – João Alfredo

Para o candidato ao governo pelo PSOL, o contingente de policiais é insuficiente, as fronteiras estão desprotegidas e as unidades policiais, desestruturadas.

“Dotar a fronteira de tecnologia digital/satélite para combater o narcotráfico/armas, instituindo uma força-tarefa com o auxílio de todas as Forças de Segurança. Atacar a origem da criminalidade, combatendo desigualdades e criando oportunidades para todos”, integram o plano do PSOL para a segurança pública.

PDT – Odilon de Oliveira

Para o juiz federal aposentado, estreante na política, “a redução dos crimes nos municípios de fronteira, efetivamente, passa pela melhoria do ensino, da qualidade do atendimento a saúde e pelo desenvolvimento econômico, geração de emprego e renda, para tanto será fortalecido o Programa Fomentar Fronteiras”.

Odilon, que também aposta no reforço policial nas ruas, pretende se vencer, “promover um novo modelo de previdência para os policiais mortos em trabalho; cursos de aperfeiçoamento e melhoria das condições de trabalho; fortalecer o sistema de inteligência entre as polícias e também estruturar a comunicação entre as forças policiais”.

MDB – Júnior Mochi

O projeto do MDB, o “Segurança e Paz”, consiste também e fortalecer o policiamento nas ruas como principal meio de combater a violência.

A ideia de Mochi é, ainda, apostar como aliado da segurança, “equipamentos modernos, treinamento e informação, vídeo monitoramento nas cidades e integração das policias, fortalecimento da patrulha escolar e do policiamento comunitário em conjunto com as Guardas Municipais. Policiamento integrado nas fronteiras com apoio da Polícia Federal, Polícia Nacional e das Forças Armadas”. A intenção do emedebista é também instalar todos os municípios do Estado com unidades do Corpo de Bombeiros.

PV – Marcelo Bluma

Um dos projetos de segurança pública do PV é o de “implantar um sistema estadual de combate à violência e à criminalidade pública baseado no monitoramento das vias públicas, praças e parques por câmeras de vídeo, e pela participação popular por meio de mídias sociais”.

Bluma promete ainda ressocializar os menores infratores “através de convênios firmados com escolas técnicas e empresas privadas, exigindo na pena recebida pelo infrator a participação em cursos a ser definido pelo sistema de sondagem de capacitação de no mínimo 120hs”.

PSDB – Reinaldo Azambuja

Candidato à reeleição, o governador Azambuja destacou sete projetos para a segurança pública, um deles o de promover a integração das forças policiais no combate à criminalidade nas regiões de fronteira. 

O tucano quer também: modernizar a gestão da Segurança Pública; aperfeiçoar a ação das forças policiais de segurança, da Polícia Ambiental e do Corpo de Bombeiros; assegurar meios para combater o crime e todas as formas de violência; ampliar os investimentos em inteligência e tecnologia no combate ao crime; ampliar os investimentos em infraestrutura física e equipamentos de segurança e manter as ações de valorização dos profissionais da área de segurança.