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Política

14/05/2015 13:08

Com a presença de professores, clima esquenta na Assembleia Legislativa

Com a presença maciça de professores da rede estadual de ensino, a sessão ordinária da Assembleia Legislativa de hoje (14) foi marcada pelo confronto entre parlamentares na tribuna.

Inscrito para comentar a moção de repúdio ao deputado Alexandre Almeida (PTN/MA), o petista João Grandão aproveitou o espaço para criticar os colegas em Mato Grosso do Sul pelo arquivamento de pedido semelhante repudiando a violência aos professores do Paraná que foram às ruas em protesto contra a gestão de Beto Richa (PSDB).

Em resposta, a deputada Antonieta Amorim (PMDB) disse estar arrependida de ter votado contra a moção em apoio aos professores paranaenses, mas foi interrompida por vaias dos profissionais sul-mato-grossenses que lotaram o plenário.

O presidente da Casa de Leis, deputado Junior Mochi (PMDB), interviu solicitando que João Grandão retornasse ao tema central da discussão, referente à atitude de Alexandre Almeida, e também foi acompanhado de vaias. “Pelo regimento, o presidente é o fiscal da ordem”, frisou.

O pedido do peemedebista causou uma reação do líder da bancada do PT, deputado Pedro Kemp, que acusou a presidência da mesa diretora de cercear a liberdade de expressão dos parlamentares, impondo uma “ditadura”.

Por sua vez, Mochi rebateu que estava apenas cumprindo o regimento interno da Assembleia Legislativa e garantiu que nenhum deputado será proibido de expressar sua opinião, desde que siga os ritos descritos no estatuto dos parlamentares.

Moção de repúdio

Moção de repúdio se trata de uma proposta apresentada em uma Assembleia deliberativa por um dos seus membros para censurar uma ação considerada inadequada ou ilegal. Ontem (13), o deputado Ângelo Guerreiro (PSDB) solicitou que Alexandre Almeida (PTN/MA) fosse notificado por chamar Campo Grande de uma capital sem expressão.

O pedido foi aprovado hoje, com a inclusão das assinaturas da maioria dos membros locais, exceção de Antonieta Amorim e Cabo Almi (PT). Segundo Ângelo Guerreiro, o parlamentar maranhense entrou em contato com a Casa de Leis de Mato Grosso do Sul se prontificando a vir ao Estado pedir desculpas pessoalmente, mas ainda não fez nenhuma declaração oficial sobre o assunto. 

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