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Política

Com Michel Temer, PMDB de MS mira centenas de milhões de reais da Sudeco

18 maio 2016 - 09h40Por Rodson Willyams

Diante da boa relação com o presidente Michel Temer, o PMDB de Mato Grosso do Sul, após ficar de fora dos ministérios, agora mira ocupar a vaga da Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste, a Sudeco. Segundo o deputado federal Carlos Marun, a última vez que o Estado teve um representante na direção da superintendência foi quando o ex-senador Ramez Tebet esteve à frente órgão.

A Sudeco é responsável pela gerência e administração de projetos no Centro-Oeste, e reconhecidamente uma das entidades governamentais com maior orçamento de toda a região.

"Hoje nós precisamos desenvolver o nosso Estado e vejo que a Sudeco seria uma ótima oportunidade para Mato Grosso do Sul. Por enquanto nós estamos em conversa e também não temos um nome que possamos indicar até o momento, mas acho que seria importante ocuparmos a vaga", disse o parlamentar.

Marun ainda comentou que o Estado pode ser bem representado, caso a senadora Simone Tebet seja oficialmente indicada para ser a líder do governo de Michel Temer. Recentemente, o presidente tem sido criticado por não ter nomeado nenhuma mulher para ocupar o primeiro escalão do governo.

"Se isso vier se confirmar, acredito que será bom para o nosso Estado. Antes, o Moka e André Puccinelli já tinham um boa relação com o Temer por estarem sempre em Brasília. Mas hoje posso dizer que a Simone e eu temos uma bom relacionamento com o presidente, e tenho certeza que ela também possui um bom diálogo com ele", comentou.

Tradição no cargo

Caso a senadora Simone Tebet seja confirmada para ocupar o cargo terá que ter jogo de cintura para lidar com assuntos polêmicos e delicados, principalmente, em um momento em que houve a troca de governo após o afastamento da presidente Dilma Rousseff.  

Ainda nessa mesma legislatura, o ex-senador cassado, Delcídio do Amaral, chegou a ser o braço direito da presidente Dilma Rousseff, mas após ser flagrado oferecendo fuga para o ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró, acabou preso, após tentar obstruir a investigação na Lava Jato e no último dia 10, acabou perdendo o mandato.