Conselho Municipal de Saúde rebateu, neste fim de semana, entendimento que a entidade minimizou a suspeita de desvio de finalidade de R$ 156 milhões na Secretaria Municipal de Saúde de Campo Grande. O colegiado garante que o caso, inclusive, está em apuração.
Conforme respondido ao TopMídiaNews, o entendimento que o conselho minimizou a situação é improcedente e o presidente - o cirurgião-dentista Jader Vasconcelos – explicou que apenas reportou fala proferida pelo gestor de Finanças e Orçamento da Secretaria Municipal de Saúde, em audiência pública realizada na Câmara Municipal.
''A menção feita pelo coordenador do Conselho teve caráter exclusivamente descritivo, com o objetivo de relatar o posicionamento apresentado pela Secretaria Municipal de Saúde, sem emitir juízo de valor, sem endossar a explicação e sem minimizar a gravidade da divergência financeira identificada nos relatórios do Fundo Municipal de Saúde'', rebateu o presidente.
Ainda segundo a entidade, houve a ressalva que o tema – desvio de finalidade de R$ 156 milhões – é acompanhado pelo colegiado.
''O Conselho determinou à Comissão de Orçamento e Finanças a análise detalhada das informações, em conformidade com os princípios da transparência e do controle social'', diz trecho da resposta do Conselho.
Foi destacado também, segundo a nota, que até o momento, não há conclusão definitiva sobre o caso. Isso, porquê o processo ainda está em andamento.
''O Conselho reafirma que o tema está sendo tratado com seriedade, rigor técnico e respeito à legalidade, conforme as normas que regem a atuação do controle social no Sistema Único de Saúde (SUS)'', diz parte final do comunicado.







