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Política

há 10 anos

Cresce o número de mulheres que podem concorrer à prefeitura de Campo Grande

Enquanto o Senado discute uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que prevê cotas para incentivar a participação das mulheres na política, o número de pré-candidatas à prefeitura de Campo Grande cresceu bastante em relação à eleição municipal anterior, quando apenas homens disputaram a cadeira.

Se a renovação política e o discurso da mudança forem os propulsores das campanhas eleitorais de 2016, elas saem em vantagem estratégica sobre os antigos conhecidos do cidadão campo-grandense. Nem todas as cotadas devem ser testadas nas urnas imediatamente, mas todas se preparam para alçar voos cada vez mais altos.

Nome favorito entre os tucanos, Rose Modesto ganhou um reforço para a sua possível candidatura no início do mês. O PSDB nacional determinou e os diretórios municipais devem cumprir: uma mulher tem que participar da chapa majoritária, encabeçando a disputa ou no posto de vice.

Vice-governadora, Rose Modesto é a queridinha entre a maioria dos militantes tucanos. Outros nomes como do secretário de administração e desburocratização, Carlos Alberto Assis, e do secretário de governo, Eduardo Riedel, também foram lançados, mas é pouco provável que concorram. A estratégia tucana é desviar o foco da vice-governadora para que ela possa trabalhar com mais tranquilidade.

O PMDB mantém muitos pré-candidatos, mas pouca coisa ficou definida além do fato que o indicado deve passar pela aprovação do ex-governador André Puccinelli. Neste caminho, uma das pré-candidatas, a deputada estadual Antonieta Amorim, saiu na frente e possui a simpatia do principal líder do partido.

Edição: Geovanni Gomes

Edição: Deivid Correia

Fora dos holofotes, Puccinelli não dá muitas pistas, mas antes de deixar o governo não escondia o desejo de lançar uma candidata mulher para a Capital Morena. Não seria surpresa se a escolhida fosse uma dos membros de seu grande, mas restrito ‘clube de apadrinhados políticos’.

Outra mulher de envergadura política que volta a ser comentada nos bastidores da política é a ex-vereadora Tereza Name. Pré-candidata a deputada estadual pelo PSD nas últimas eleições, ela abandonou a disputa para não contrariar os interesses da família que apoiava o senador Delcídio do Amaral (PT). As últimas informações apontam um diálogo intenso com o PDT.

No PT, as articulações parecem mais tímidas, mas as lideranças não descartam a possibilidade de lançar a ex-primeira-dama Gilda Santos, esposa do deputado federal Zeca do PT. Sempre ativa dentro do partido, ela já coordenou o Conselho de Gestão Estadual das Políticas Sociais. A vereadora Thaís Helena (PT) também já foi cotada, mas descartou a possibilidade.

  

Edição: Geovanni Gomes

Edição: Deivid Correia

A deputada estadual Mara Caseiro (PT do B) também colocou seu nome à disposição para concorrer à prefeitura de Campo Grande. Ligada à classe produtora, ela demonstrou ser combativa quando disputou um espaço na mesa diretora da Assembleia Legislativa no início deste ano. No entanto, para concorrer, ela precisará derrotar o correligionário Márcio Fernandes, que também tem interesse no posto.

O PR pretendia lançar Edson Giroto, mas a Operação Lama Asfáltica deve alterar os planos da legenda. Com a deixa, outra mulher que pode esquentar a disputa eleitoral é a deputada estadual Grazielle Machado. Filha do ex-deputado Londres Machado, a parlamentar se destacou durante a gestão do ex-prefeito Alcides Bernal (PP), quando presidiu a Comissão de Finanças da Câmara Municipal. Ela nega a possibilidade, mas seu nome já começou a ser cotado nos bastidores.

A PEC em discussão no Senado prevê a reserva de 10% das cadeiras em todas as Casas Legislativas nas próximas eleições, 12% nas eleições seguintes e 16% nas que se seguirem. Conforme informações do TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral), 53,77% do eleitorado campo-grandense é composto por mulheres, totalizando 310.834 eleitoras. No Estado, a proporção é de 51,89% do público feminino contra 48,11% do sexo masculino.

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