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ALMS 13/06 a 12/07

Delcídio alerta sobre riscos do resultado pífio da CPI da Saúde

Sem culpados

6 DEZ 2013
Juliene Katayama
14h39min

O senador Delcídio do Amaral (PT) alertou sobre os perigos de ter concluído a CPI da Saúde, da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, sem apontar os culpados pelas irregularidades detectadas pela investigação. Para o petista, o resultado do trabalho que durou 187 dias foi pífio.

"Avaliando os desdobramentos da pífia CPI da Saúde da AL/MS... Vale o ditado: 'a esperteza, quando é muita, fica grande e come o dono!'", afirmou Delcídio no Twitter, na manhã de hoje (06).


Segundo o relatório final da CPI da Saúde, a comissão detectou diversas irregularidades e ilegalidades no setor e pediu providências a 13 órgãos públicos. No entanto, no dia da votação do relatório, o presidente da comissão, deputado estadual Amarildo Cruz (PT), apresentou voto contrário ao do relator, Júnior Mochi (PMDB), mas foi rejeitado pelos demais integrantes.


O petista pediu o indiciamento do ex-diretor do Hospital do Câncer, Adalberto Siufi; do ex-diretor do Hospital Universitário, José Carlos Dorsa; ex-prefeito e atual secretário Nelsinho Trad (Extraordinário de Articulação, de Desenvolvimento Regional e dos Municípios); Naim Alfredo Beydoun (sócio proprietário da Telemídia); deputado federal e ex-secretário municipal de Saúde Luiz Henrique Mandetta; ex-secretário Leandro Mazina Martins (Saúde); chefe da Divisão de Convênios Silvia Raquel Bambokian; coordenadora do grupo gestor do sistema Gisa, Maria Cristina Abrão Nachif; presidente do Instituto Municipal de Tecnologia da Informação, João Mitumaça Yamaura; e do ex-chefe do setor de licitação Bertholdo Figueiró Filho. 


Diante do voto derrubado de Amarildo, Delcídio criticou a atuação política na CPI da Saúde. "Pior que partidarizar CPI, é 'privatizar' a saúde de Campo Grande!", criticou o senador. 

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