Delegado de Polícia de MS, Roberto Gurgel de Oliveira Filho, justificou a investida armada contra facções criminosas no Rio de Janeiro. Ele lamentou narrativas políticas e ideológicas e destacou que existem nuances diferentes no combate à criminalidade.
O ex-Delegado-Geral da Polícia Civil de MS esteve no Programa Papo Reto, com Joel Silva, na manhã desta sexta-feira (31), nos estúdios do TopMídiaNews.
O experiente policial refletiu que as comunidades fluminenses estão tomadas por criminosos fortemente armados e por isso a intervenção mais contundente e armada se faz necessária.
Já no caso dos crimes financeiro, Roberto destacou que abordagem da polícia e outros órgãos de investigação têm de ser diferentes, em razão das especificidades.
''Quando a Polícia Federal vai na Faria Lima [nome que simboliza o mercado financeiro] ninguém está com fuzil. A arma do suspeito é um sistema [softwares]'', comentou.
Esta diferença na hora de enquadrar criminosos tem sido explorada por ativistas de esquerda, que acusam as forças de agressividade somente em comunidades carentes.
''A facção criminosa domina um território. E quando você vai retomar um território, realmente você vai para o enfrentamento [nas favelas]. Tem barricada, fuzil, drone, bomba... '', refletiu Filho.







