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Política

22/08/2025 19:00

Deputado vê incompetência e atua para Campo Grande e Dourados não perderem CAPS

Duas maiores cidades de MS enfrentam caos na saúde pública

Deputado federal Geraldo Resende (PSDB) lamentou que problemas administrativos e burocráticos quase fizeram Campo Grande e Dourados perderam dinheiro para quatro unidades dos CAPS e uma base do SAMU. 

O parlamentar revela que buscou recursos junto ao Ministério da Saúde e conseguiu os valores. No entanto, por inanição das gestões na capital e Dourados, os projetos quase foram perdidos. Foi preciso renegociar os prazos, o que exigiu mais articulação. 

Resende detalha que Dourados deve ganhar dois Caps: um dedicado ao público infanto-juvenil, orçado em R$ 2,41 milhões e outro para Álcool e Drogas, avaliado em R$ 2,49 milhões, ambos no bairro Novo Horizonte. O lamento é que, as duas unidades que funcionam na cidade são em locais alugados e no Sistema de Monitoramento de Obras do Ministério da Saúde consta que as obras para sede própria sequer tiveram licitação iniciada. 

SAMU 

Geraldo diz ter articulado também a sede própria de regulação do SAMU, que hoje funciona em ambiente precário. Ele conseguiu 3,05 milhões para a obra e agora, depois do pedido de prorrogação, espera avaliação da pasta sobre o projeto. Os três projetos em Dourados, diz Geraldo, foram articulados junto à gestão municipal anterior. 

Campo Grande

A Capital Morena já poderia ter obras iniciadas para dois CAPS Infanto-Juvenil, um no Guanandi, de R$ 2,49 milhões e outro no Jardim Paradiso, de R$ 2,01 milhões. Nas duas construções houve contrapartida do parlamentar tucano. 

Resende diz ter sido procurado pela gestão Adriane somente na semana passada. No dia 14, diz a divulgação, ele liderou reunião com técnicos da Secretaria-Executiva do Ministério e representantes da prefeitura. Juntos, articularam nova prorrogação dos prazos, evitando e perda de recursos. 

O deputado federal citou que Campo Grande passa por grave crise financeira. 

Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) alegou "que todo o processo referente às duas unidades do CAPS Infanto-juvenil em Campo Grande segue dentro da legalidade, com a documentação devidamente regularizada e os prazos estabelecidos cumpridos pela gestão municipal".

O espaço permanece aberto para a prefeitura de Dourados. 

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