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Deputados estaduais traçam metas para 2017

2 JAN 2017
Da Redação
13h16min

O ano de 2016 exigiu proatividade e compromisso em rever, dinamizar processos e enxugar custos da máquina pública, na avaliação dos líderes das bancadas partidárias e integrantes da Mesa Diretora que compõem a Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALMS). Segundo eles, superação foi a palavra de ordem ao longo do ano, marcado pela crise econômica financeira que atingiu diretamente todos os estados brasileiros. “Foi um ano extremamente difícil, de mudanças significativas em todos os setores e 2017 também trará desafios, mas estaremos juntos em prol do nosso Estado”, afirmou o presidente da Casa de Leis, Junior Mochi (PMDB).

Reeleito para mais um mandato à frente do Parlamento Estadual, com início dia 1 de fevereiro, Mochi disse que as prioridades no ano novo serão o aperfeiçoamento das gestões interna e administrativa, a redução de custos, a eficiência do Poder Legislativo, a transparência das ações administrativas e parlamentares e a aproximação cada vez mais constante e permanente dos segmentos que representam a sociedade. Mochi lembrou que matérias estratégicas darão entrada na Casa de Leis logo no reinício dos trabalhos. Citou, entre elas, a reforma administrativa do Governo do Estado, a criação do Fundo de Estabilização Fiscal, que prevê destinar recursos de empresas que recebem incentivos para garantir a saúde financeira do governo e para um fundo de investimentos, além de alterações no Regime de Previdência Social do Estado de Mato Grosso do Sul (MS Prev).

Para o líder do Governo, Professor Rinaldo (PSDB), 2017 será difícil e exigirá união de esforços em todos os setores. “Não haverá trégua, mas esperamos em Deus que seja um ano bom, com muito diálogo e responsabilidade, como foi em 2016”, analisou. O líder do PT, Amarildo Cruz, ressaltou que os debates contundentes marcaram o período. “Vivemos uma turbulência na vida institucional do País; estamos sendo protagonistas de transformações na vida pública e política e buscamos sempre agir de forma responsável, dando a nossa contribuição para que o Estado possa avançar”, disse.

O 1º vice-presidente, Onevan de Matos (PSDB), avaliou como positivo o ano de 2016. “Foi bastante produtivo, visto que a Assembleia Legislativa debateu e apreciou projetos de leis relevantes para o desenvolvimento socioeconômico de Mato Grosso do Sul”, afirmou. “Como vice-presidente, auxiliei na condução da gestão da Casa de Leis, bem como procurei atender aos anseios da população dos municípios que represento, apresentando projetos, indicações e fazendo o destaque de emendas parlamentares, e esta é também a nossa perspectiva para 2017”, complementou.

Líder do Bloco 1 (PSDB, PR, DEM, PSC e PEN), Beto Pereira (PSDB) ressaltou a proximidade da comunidade do dia a dia do Parlamento Estadual. “Incentivamos a participação popular, com a realização de audiências públicas, e a Assembleia esteve sempre aberta aos debates dos temas que estavam na pauta do Brasil e de Mato Grosso do Sul”, disse. “O ano de 2016 foi produtivo para o partido. E nos destacamos em parcerias importantes, tanto no próprio Legislativo, com os demais partidos, quanto com o Executivo. E sempre em prol de um objetivo maior, que é o desenvolvimento do nosso Estado”, disse o líder do Bloco 2 (PMDB, PR e PSD), Eduardo Rocha (PMDB).

O 2º secretário, Cabo Almi (PT), que será substituído no cargo por Amarildo Cruz, avaliou a participação na Mesa Diretora ao longo dos últimos dois anos. “Busquei contribuir para a normalidade dos trabalhos desta Casa, participando de momentos em que a Mesa Diretora precisou de um entendimento dos membros, sempre de forma coesa e responsável, com o pensamento voltado para a coletividade”, disse. Para ele, 2017 também será ano de debates e conquistas. “Devemos estar prontos a inovar, se indignar com as questões que atingem os menos favorecidos. A política tem que existir na prática, tem que servir e resolver os problemas do cidadão na saúde, na segurança pública, na educação, nas questões sociais. A política só do discurso está ultrapassada”, reiterou.

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